Armada de Brasil

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Armada de Brasil

Mensaje por archy el Miér Ene 08, 2014 10:58 pm

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 12:54 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 31/12/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]
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Defesa@Net 28 Dezembro 2009

Pentagon Contract Announcement
(Source: US Department of Defense; issued Dec. 23, 2009)

Sikorsky S-70B for Brazilian Navy.

Brazil’s new Sikorsky S-70B helicopters, similar to those operated by Australia will replace the Navy’s Westland Lynx shipboard helicopters from 2012. Sikorsky Aircraft Corp., Stratford, Conn., is being awarded a $163,800,000 not-to-exceed undefinitized contract action for the procurement of four S-70B anti-submarine warfare/anti-surface warfare aircraft for the government of Brazil under the Foreign Military Sales program.

This effort includes associated non-recurring engineering, production and transportation. Work will be performed in Stratford, Conn. (81 percent), Horsehead, N.Y. (10 percent), and Troy, Ala. (9 percent).

Work is expected to be completed in June 2012. Contract funds will not expire at the end of the current fiscal year. This contract was not competitively procured pursuant to FAR 6.301-4. The Naval Air Systems Command, Patuxent River, Md., is the contracting activity (N00019-10-C-0009).

Defesa@Net

A US Defense Security Cooperation Agency - DSCA já tinha notificado ao Congresso e este dado a liberação de venda para seis unidades do helicóptero S-70B Sea Hawk à Marinha do Brasil assim como motores e peças de reposição. Agora foram adquiridos 4 dentro desta liberação.

Também foram adquridos em Dezembro de 2008, oito mísseis Ar-Superfície AGM-119B PENGUIN MK-2 MOD 7 em contêiner, incluindo equipamento de carregamento e manuseio, manuais e cursos e pacote inicial de sobressalentes, para utilização nas aeronaves Seahawk S- 70B da Kongsberg Defence & Aerospace AS.




Sikorsky S-70B Sea Hawk similar ao que a Marinha do Brasil adquiriu. Substituirão na MB os SH-3 Sea King que estão sendo retirados de serviço.
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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 12:56 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 11/11/2006 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Defesanet - 11 Outubro 2006
Com dados do Centro de Comunicação Social da Marinha - Setembro 2006

Marinha do Brasil escolhe submarino Classe U214 sem AIP

Defesa @ Net publica a posição da Marinha do Brasil referente à decisão de aquisição da futura classe de submarinos. O modelo escolhido e as razões da escolha. Também a definição sobre um ponto polêmico que é a adoção ou não de um sistema de propulsão auxiliar (AIP).

Em atenção a sua mensagem, a Marinha do Brasil esclarece:

1) Já está definido o modelo de submarino: Scorpène (França), U212 ou U214 (Alemanha)?

Resposta: O processo seletivo adotado pela Marinha do Brasil (MB), para a escolha de um novo submarino: a ser adquirido mediante construção no país, resultou na seleção do Projeto IKL U 214, da HDW.

Tendo em vista a convenlência de evitar a duplicidade de custos logísticos para apoiar submarinos de origens diferentes -o que ocorreria. fatalmente. se fosse escolhido projeto de outro fabricante- e considerando os vultosos investimentos realizados pela Marinha ao longo das duas últimas décadas, em diferentes metas conotadas aos submarinos Classe Tupi e, mais recentemente, na construção do Tikuna, associados à cultura e à tecnologia assimiladas neste período por nossos técnicos (engenheiros e operários) e tripulações (oficiais e praças) em relação aos processos construtivos, logisticos, de manutenção e operação destes meios, respectivamente, a MB entendeu que deveria manter a padronização dos modelos IKL - HDW, de origem alemã.

2) O modelo escolhido será equipado com sistema Avançado de propulsão, como o AlP, no caso dos submarinos alemães?

Resposta: A Marinha decidiu pelo proieto do IKL 214 sem AIP. As razões que levaram a tal decisão são de ordem essencialmente logística. A despeito de algumas inegáveis vantagens operacionais apresentadas pelo sistema, que permite a navegação submerso a baixa velocidade, por cerca de dez dias, sem necessidade do ar atmosférico, a MB considsiderou muito elevados os custos' de obtenção, operação e manutenção desse sistema levando a que a razão custo/benefício não se justificasse.

Apenas para ilustrar, o sistema demanda, a cada recarga, quinze toneladas de Qxigênio líquido e cerca de duas toneladas hidrogênio à 99,9999% de pureza, no estado gasoso, representa para este gás, volume equivalente a oito caminhões-tanque. Além da natural dificuldade na obtenção haveria problemas para o transporte até o submarino, posto que o hidrogênio é considerado carga perigosa. Também; para transferir os gases do veiculo de fornecimento para bordo; é necessária uma infra-estrutura para a recarga das ampolas de armazenamento do submarino o que inviabilizaria o reabastecimento fora do Rio de Janeiro, na hipótese de haver disponibilidade desses gases em outros portos. Finalmente, uma milha náutica navegada com AIP custa o equivalente a US$ 43 (quarenta e três dólares); com diesel, US$ 6 (seis dólares).


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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 1:02 am

Publicado por el forista Wuriburu el 26/06/2007 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Fueron adquiridos blindados Piranha III para los Fuzileiros Navais.

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Vehículo blindado Piranha III que ha sido adquirido por la Infantería de marina brasileira
(Foto: Mowag)


A fin de atender los requerimientos inmediatos de los Fuzileiros Navais que integran el contingente brasilero asignado a las Fuerzas de Paz de la ONU destacadas en Haití, la Marinha do Brasil adquirió cinco vehículos blindados anfibios 8x8 Mowag Piranha III. Cuatro de las unidades son para el transporte de tropa y una para evacuación sanitaria.

La negociación se hizo por vía directa, sin proceso licitatorio, con la empresa suiza Mowag Motorwagenfabriken ante la necesidad de reemplazar a los vehículos 6x6 Engesa EE-11 Urutú, de fabricación nacional, que han sufrido un fuerte desgaste durante su empleo en la isla antillana. Los Piranha III se recibirán entre los meses de mayo y octubre del año en curso.

[Tienes que estar registrado y conectado para ver esa imagen]
Blindados EE-9 Cascabel de la Infantería de Marina brasilera a bordo de un buque de la Armada (Foto: [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

La Infantería de Marina brasileña dispone de un variado parque de medios blindados que incluye cazatanques SK-105 A2 Kürassier, carros de combate 6x6 EE-9 Cascabel, transportes anfibios FMC LVT-7 y 6x6 EE-11 Urutú, y, vehículos de la serie FMC M-113.

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 1:07 am

Publicado por el forista Wuriburu el 26/06/2007 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Armada brasilera seleccionó el U-214 para potenciar su flota submarina.

[Tienes que estar registrado y conectado para ver esa imagen]

La Marinha do Brasil adelanta el plan de modernización de la flota submarina, que incluye la adquisición de nuevas unidades y la modernización de las existentes. En ese orden, adquirirá una cantidad no precisada de submarinos de última generación tipo U-214, los cuales serán dotados de sistemas de propulsión avanzada AIP (Air Independent Propulsion). Los U-214 son un producto de la firma alemana ThyssenKrupp Marine Systems (ex Howaldswerke Deutsche Werft -HDW-) con la cual la Armada brasilera ha acordado la transferencia de tecnología para construir en Brasil todos o parte, de las unidades que serán encargadas.

Así mismo, está programada la modernización de los cinco submarinos tipo U-209-1400/clase Tupi: S-30 Tupi, S-31 Tamoio, S-32 Timbira, S-33 Tapajó y S-34 Tikuna. El proyecto comprende la actualización o sustitución de todos sus sistemas.

Por otra parte, se contrató con los astilleros Constructions Mécaniques de Normandie (CNM), de Cherbourg, a un costo de 20 millones de dólares, la transferencia de tecnología para la construcción de dos buques de patrulla tipo Vigilante. Son buques de 450 toneladas de desplazamiento y 54 metros de eslora que serán construidos en Brasil por el astillero Indústria Naval do Ceará S.A. (Inace).

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 1:09 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 16/08/2007 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Vuelve el submarino nuclear brasilero.

17/07/2007 - por Ignacio J. Osacar - Coordinador de la Comisión de Defensa del CENM

Algunos días después de que el Presidente Chávez viajara a Rusia para negociar la compra de nueve submarinos convencionales, el Comandante de la Armada de Brasil, Almirante Julio Moura expresó que el proyectado submarino nuclear de ataque (SNA) brasilero estaría propulsado por un reactor que permitiría su uso dual, con capacidad para generar electricidad a pequeñas ciudades de no más de 10.000 habitantes.

La construcción del SNA forma parte un programa de la Armada brasilera iniciado en 1979 y cuyo progreso ha trascendido públicamente con frecuencia irregular, sufriendo de limitaciones presupuestarias y de oscilaciones de prioridades en las políticas militares, sin embargo cabe remarcar, que sucesivos gobiernos, de distintos partidos nunca cancelaron este proyecto, por coincidir todos ellos, en la importancia estratégica que el mismo significa para la seguridad del país.

Entre 1979 a 1991 Brasil gastó en el desarrollo del proyecto del SNA, unos USD 405 millones, de los cuales USD 180 millones fueron asignados en el desarrollo del ciclo de combustible nuclear y USD 225 millones en el desarrollo del reactor y sus componentes. El SNAC II, como se lo denomina oficialmente, tendrá entre 2900 a 3500 toneladas, con una longitud de 70 metros y diámetro mayor de 8 metros, equipado con un reactor de 48 Mega Watts, que le permitirán navegar a 28 nudos de velocidad. Con el reducido aporte de asignación presupuestaria actual, de tan solo USD 26 millones por año, provenientes exclusivamente del presupuesto de la Armada Brasilera, no se podría concluir el mismo antes del 2015/2020. Se aprecia que el costo de cada submarino nuclear oscilaría entre USD 350 a 400 millones, pero sumado el proceso de investigación y desarrollo previo que necesariamente requeriría una primera unidad, este costo ascendería aproximadamente a USD 1200 millones.

El principal problema es el diseño y construcción de un reactor nuclear de pequeñas dimensiones, que quepa dentro del casco del submarino y que requiera de mínimas transferencias tecnológicas del extranjero como condición necesaria. Los costos de investigación y desarrollo no son precisamente baratos, en este momento faltarían algo más de USD 500 millones para concluirlo, pero tampoco sería sencillo superar algunas presiones políticas de las grandes potencias con capacidad nuclear, que objetarían que un país sudamericano cuente con un submarino nuclear. El SNA podría operar no solo en aguas costeras o jurisdiccionales, sino en cualquier otro lugar del mundo por tiempo ilimitado, por no requerir prácticamente reabastecimiento de combustible. Pero Brasil está ubicado en una posición ante la comunidad internacional como país sudamericano que lo diferencia y es posible que sea beneficiado por la excepción, omitiendo así la cuestión más obvia, cual es que el principal empleo operativo de un submarino, convencional o nuclear, no es otra que la de hundir a buques enemigos con discreción.

El mismo presidente Lula da Silva afirmó el mes pasado "que la conclusión de ese reactor nos permitiría ingresar en el selecto grupo de países con capacidad de desarrollar submarinos a propulsión nuclear", otorgando así un apoyo político definitorio al proyecto.

Anteriormente Lula otorgó un nuevo impulso al proyecto nuclear al poner en marcha una planta enriquecedora de uranio en 1989, como parte integral del mismo programa, lo que ocasionó un aún no bien aclarado incidente con la Comisión Internacional de Energía Atómica, a la cual se le restringió la libertad de inspeccionar esas instalaciones localizadas en Rosende, a un centenar de kilómetros al sudoeste de Rio de Janeiro, argumentando que así preservaban el "secreto industrial". De alguna manera la actitud de Brasil puede aproximarse a la de Israel, respecto a la negativa de admitir inspección alguna de organismos internacionales, ante la mirada distraída de los Estados Unidos y sus aliados.

El tema nuclear ha sido un aspecto permanentemente controversial para Brasil, en lo que respecta a la construcción de una bomba atómica, como reacción de los desarrollos de Argentina en esa misma dirección y que fueran oficialmente desactivados por el presidente Sarney en 1985, aunque algunas versiones indican que los militares y científicos brasileros continuaron con investigaciones asociadas hasta 1990.

En 2003 el tema se volvió agitar, cuando el entonces Ministro de Ciencia y Tecnología Eduardo Campos expresó, que Brasil debería continuar la búsqueda de, "toda forma de conocimiento científico, sea este el genoma, el ADN o la fisión nuclear". Si bien el gobierno brasilero negó enfáticamente, que suscribiera a otro uso de la energía nuclear, que no fuere el pacífico, muchos asociaron estas declaraciones con la bomba y el ministro renunció inmediatamente para aclarar aún mejor las cosas.

Brasil es uno de los pocos países que cuenta con la capacidad para fabricar submarinos bajo licencia alemana en los astilleros del Arsenal de Marina de Rio de Janeiro (AMRJ). Entre 1989 y 1999 se armaron 3 denominados clase "Tupi", que son tipo 209 de 1400 toneladas, y un cuarto entregado en 2006 con mejoras importantes en sus prestaciones, que ha sido denominado clase "Tikuna". En el futuro inmediato se proyectaría comenzar con la construcción del moderno tipo 214, habiéndose suspendido ya hace algunos años la construcción de hasta tres 3 unidades 209 adicionales.

Brasil dispone de cinco submarinos para vigilar una extensión marítima jurisdiccional de 3,6 millones de Km2, bautizada significativamente como "Amazonia Azul", además de reclamar ante las Organización de las Naciones Unidas de 900.000 Km2 correspondiente a su plataforma continental.

El Almirante Moura manifestó que los medios navales con que cuenta son escasos, dada la importancia que el mar tiene para Brasil, que extrae el 80 % de su petróleo de plataformas offshore y por el cual navegan el 95 % de su intercambio comercial internacional. El programa de reequipamiento de la Armada en el largo plazo, hasta el 2025, requeriría en sus primeros siete años de USD 2600 millones, que incluye la construcción de un submarino convencional y la modernización de los otro cinco ya en servicio, en el AMRJ, además de la construcción de nueve buques patrulleros oceánicos.

El tranquilizador razonamiento del Almirante Moura es, que de cumplirse ese plan de reequipamiento naval, no hay por que preocuparse por la ruptura del equilibrio regional. El claro mensaje del submarino nuclear tiene muy claramente como destinatario a Venezuela, ya que agregó, "Venezuela tiene un programa de reequipamiento, tal como nosotros tratamos de hacerlo en Brasil", y refiriéndose a la compra de los submarinos rusos agregó, "no me parece que sea un riesgo" y que, "Venezuela tiene relaciones diplomáticas cordiales con Brasil y sus Marinas tienen muy buenas relaciones."

Las declaraciones referidas al desarrollo del SNA brasilero tanto en el nivel político como en el militar, coincidentes con fricciones en las relaciones con Venezuela, en el contexto de creciente adquisición armas, entre los que se contarían submarinos rusos, y el no muy convincente argumento comunicacional brasilero con el cual se reinstaló nuevamente el tema, como es el de brindar apoyo a la comunidad, además de las contemplativas justificaciones del rearme venezolano, sugiere que el proyecto del SNA contaría con un renovado impulso eficiente, tanto político como presupuestario, lo que acortaría significativamente los plazos que estaban vigentes hasta ahora, y que consecuentemente contribuiría para que Brasil mantenga una incuestionable superioridad estratégica militar regional en el mediano plazo y que respecto a su componente naval volcaría todos sus esfuerzos, ya no para competir por un objetivo cuantitativo de submarinos convencionales, sino que, cambiando las reglas de juego, conquistar un objetivo cualitativo en lo material y psicológico, como es el contar con un SNA operativo.


Fuentes:

[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] consultado 12-7-2007
[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] consultado 12-7-2007
[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] consultado 12-7-2007/


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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 1:15 am

Publicado por el forista Wuriburu el 06/06/2008 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Avanza el proyecto de construcción de un submarino nuclear.

La Marinha do Brasil continúa avanzando en su programa para construir un submarino de ataque de propulsión nuclear. El proyecto, conocido como SNAC-2, se inició en 1979 pero fue detenido en la década de los noventa por falta de fondos. No obstante, el gobierno brasileño le dio un nuevo impulso cuando, en agosto de 2007, anunció que invertirá 540 millones de dólares en los próximos cinco años, para adelantar la construcción del reactor nuclear, que está bastante avanzado.

Las autoridades de Brasilia han enfatizado que el reactor será de tecnología brasileña, por lo que se descarta la participación argentina en su desarrollo, lo cual contradice lo anunciado en Buenos Aires.

[Tienes que estar registrado y conectado para ver esa imagen]
SUBMARINO NUCLEAR BARRACUDA
(Imagen: DCNS)


Con relación al buque, todo parece indicar que será de diseño francés, en razón a los acuerdos de cooperación tecnológica y militar que están concretando Brasil y Francia. Específicamente, sería de la nueva clase Barracuda, o un derivado de esta, en construcción por la Direction des Constructions Navales Services (DCNS), para la Marine Nationale y cuya primera unidad será botada al mar en 2012.

Por otra parte, en base a los acuerdos de cooperación militar, Francia ha ofrecido a la Marinha do Brasil su nuevo submarino convencional de última generación Marlin, que dispone del sistema AIP (Air-independent propulsión). El Marilin es un derivado del tipo franco-español Scorpene, desarrollado tras el rompimiento del acuerdo entre DCNS y Navantia. El súbito interés de los marinos brasileños por el modelo francés, ha generado malestar en la alemana ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), debido a que éstos ya habían seleccionado al type U-214 para fortalecer su fuerza submarina. La Armada brasileña estaba negociando la construcción de seis U-214 (aunque descartando el AIP), lo cual parece haber quedado en suspenso.

No obstante, continúa el proceso de actualización de los cinco submarinos en servicio, cuatro tipo U-209-1400/ clase Tupi y un U-209-1500/ clase Tikuna. En ese sentido, se ha contratado con la Lockheed Martin Maritime Systems por 35,3 millones de dólares, la provisión e instalación de un nuevo sistema integrado de combate (Integrated Combat Systems -ICS), en los cinco submarinos y en un centro de adiestramiento en tierra.

Fuente: FAV Club

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:10 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 17/12/2008 en  http://fdra.superforos.com

Brasil: Encargarán S-2T Turbo Tracker para la Marina.

05-11-2008

Por Fabio de Menezes y José Higuera, con la colaboración especial de Felipe Salles, Editor de Base Militar ([Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

[Tienes que estar registrado y conectado para ver esa imagen]
S-2T de la Armada Argentina en operaciones a bordo del porta-aviones brasileño NAe12 “Sao Paulo” (Fot. Marinha do Brasil).

El gobierno de la República Federativa de Brasil se dispone a firmar el contrato con el fabricante local EMBRAER, para proveer a la marina de ese país sudamericano de un primer lote de seis aviones bimotores turbo-hélice S-2T Turbo Tracker, para operación desde el portaaviones “Sao Paulo”. Las entregas de los aparatos, que provienen de los excedentes de la marina estadounidense y que serán recuperados y modernizados para un margen de vida operativa de diez años, deben comenzar entre los años 2011 y 2012.

Aunque el objetivo de la marina es disponer de un total de 10 aparatos, la partida incluida en este contrato inicial sólo considera seis aeronaves, incluidas tres equipadas para el rol de Alerta Temprana (AEW) y otras tres configuradas para transporte y enlace en el rol COD (del inglés Carrier On-board Delivery). Los cuatro aparatos incluidos en el saldo serían equipados para el Patrullaje Marítimo y la Lucha Antisubmarina.

Uno de los aparatos COD estará configurado y equipado como cisterna, para proveer reabastecimiento de combustible en vuelo a los cazabombarderos embarcados A/F-1 Skyhawk (A-4K ex Kuwaitíes). Los dos aparatos COD restantes estarán configurados pero no equipados, pero podrán ser rápidamente dotados con el equipo de reabastecimiento cuando sea necesario.

El proyecto de adquirir aviones de este tipo comenzó a ser considerado a fines de los años noventa, tras la recuperación por parte de la Marina de Brasil de la autoridad para operar aviones de ala fija. Anteriormente la fuerza aérea de ese país había operado un número de S-2 Tracker a bordo del portaaviones “Minas Gerais”, mientras la marina sólo operaba aeronaves de ala rotatoria. El interés en operar S-2T Turbo Trackers se acrecentó, tras ver el excelente desempeño de los aparatos de lucha antisubmarina de la marina argentina en distintas versiones de los ejercicios combinados “Fraterno”.

El proyecto original de adquisición de S-2T se elaboró entre el 2001 y el 2004, pero fue suspendido en el último año por razones de orden presupuestario. La idea fue reactivada en el 2007, con la aprobación por parte del gobierno de una propuesta del Estado Mayor. El reinicio del proyecto demandó una prolija revisión de los equipos y componentes seleccionados para recambio anteriormente, reemplazando unos y renegociando otros, ya que algunas piezas simplemente ya no se producen o sus precios experimentaron un alza sustancial.

Los aviones provendrán de las reservas de S-2F dados de baja por la Marina de los Estados Unidos, almacenados actualmente en el Desierto de Nevada. Una comisión técnica de la marina brasileña visitará próximamente los depósitos, para revisar y seleccionar los aparatos que serán adquiridos, así como las instalaciones de la firma estadounidense MARSH –subcontratista principal en lo relativo a la recuperación y modernización de las células- en Arizona.

MARSH hará un repaso completo de la célula de las aeronaves, reemplazando los motores originales por nuevos turbo-hélice TPE 331-14GR de Honeywell e instalando nueva aviónica en las aeronaves. EMBRAER se encargará de la instalación e integración de los sistemas electrónicos de misión, así como de otros equipos.

Las entregas de los aparatos COD debe comenzar a mediados del 2010 o principios del 2011, considerando que la refacción y modificación de las célula destinadas a ese modelo es más sencilla y debe tomar en promedio 18 meses. Sin embargo se ha dado un margen adicional de 6 meses para la solución de problemas imprevistos.

El más complejo proceso de conversión y equipamiento de las células destinadas a la versión AEW debe tomar unos 36 meses antes de las entregas, lo que implica que el primer aparato no estará en servicio antes de entrado el año 2012.

El Sistema.

Aunque han circulado rumores respecto a la probable integración del sistema Erieye en los aviones, lo que podría parecer lógico dado que el sistema está ya en servicio con los E-99A de la Fuerza Aérea Brasileña. Sin embargo, más allá de las ventajas logísticas y operacionales que el sistema sueco pueda ofrecer, todo indica que el costo de integración del sistema es superior a lo que la marina está dispuesta a pagar.

De ahí que se da como un hecho que el sistema seleccionado –por confirmar todavía- sería el Searchwater 2000 AEW de THALES. La aplicación de este sistema en el rol de AEW es tanto probada como madura.

Un antecesor de este sistema, el Searchwater Mk.1, fue empleado en el año 1982 en un proyecto de emergencia, orientado a convertir un número de helicópteros Westland Sea King en aeronaves AEW. El objetivo era proveer de esta capacidad a la fuerza de tareas naval despachada por el Reino Unido al Atlántico Sur, para recuperar el control de las islas del archipiélago de las Islas Malvinas/Falklands.

Aunque los helicópteros Westland AEW Mk.2 no alcanzaron a entrar listos antes del termino de la contienda, su utilidad era evidente y siguen operativos hasta hoy, en la forma de su versión mejorada Westland AEW Mk.7 o ASaC7 –equipada precisamente con el Searchwater 2000 AEW- que está en servicio con las marinas del Reino Unido, España e Italia.

El sistema Searchwater 2000 AEW ofrece muchas capacidades. Entre ellas se incluyen la alerta a gran distancia contra ataques a alta y baja altitud; la dirección y control de una operación de intercepción con aviones de combate, empleando referencias inerciales (INS) y de posicionamiento satelital (GPS) de alta resolución; y el disponer de una unidad de C2 (Comando y Control) autónoma y segura.

Este sistema también provee un sofisticado sistema de observación y vigilancia marítima, con capacidad de detección y discriminación de objetos pequeños en movimiento, incluyendo periscopios de submarino, contra un fondo de reverberaciones ambientales.
Integrado dentro de una red mayor de sistemas de observación basada en tierra, el Searchwater 2000 AEW provee una extensión de la cobertura de vigilancia, proporcionando capacidades de detección y seguimiento más allá del horizonte (OTHT) que es útil para búsqueda y rescate, vigilancia del litoral y la designación de blancos para las defensas costeras. De acuerdo a algunos reportes, el sistema tiene un alcance máximo de 370km.

Aparte de sus aplicaciones puramente militares, una plataforma equipada con este sistema puede ser también un muy buen medio de apoyo en la coordinación y el desarrollo de operaciones especiales de seguridad interior y lucha contra el narcotráfico, con la capacidad adicional de constituirse en un nodo de red en esas y otras situaciones de emergencia.
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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:19 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 06/02/2009 en  http://fdra.superforos.com

Incorporação do Navio Polar “Almirante Maximiano” à Marinha do Brasil.

04/02/2009

Foi incorporado à Marinha do Brasil, no dia 3 de fevereiro, o Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano”, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Aurélio Ribeiro da Silva Filho, realizada na cidade de Bremerhaven, na Alemanha. O Comando do navio foi assumido pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Sérgio Ricardo Segovia Barbosa. O navio será empregado, prioritariamente, em coletas de dados oceanográficos na Região Antártica, em apoio aos projetos científicos do Programa Antártico (PROANTAR), podendo ser utilizado tanto em Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB) como em outras regiões da “Área”, região marítima em alto mar, além do limite da Zona Econômica Exclusiva (ZEE). Tem ainda como finalidade realizar levantamentos hidroceanográficos para a atualização de cartas e publicações náuticas, sem prejuízo às atividades de apoio logístico à Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF).

Características.

Comprimento Total - 93,4 m
Comprimento entre perpendiculares - 83,2 m
Boca moldada - 13,4 m
Calado carregado - 6,2 m
Deslocamento carregado - 5.540 ton -
Sistema de propulsão:
- 2 Motores Caterpillar 3612 V12 2942 KW -
Geração de energia:
- 2 geradores de eixo Caterpillar 1464 KW
- 1 motor Caterpillar 3512 V12 1424 KW
- 1 Diesel gerador de emergência Cummins-KarstenMoholt 250 KW
Velocidade Máxima Mantida(VMM) - 13 nós
Velocidade Econômica de Cruzeiro(VEC) - 11 nós
Autonomia - 90 dias
Tripulação - 54 militares
Acomodação (1/3 destinado à comunidade científica) - 106 pessoas
Sistema de Posicionamento Dinâmico (DP)
- 1 Bow Thruster BRUNVOLL SPT-AP-400
- 2 Bow Thrusters BRUNVOLL SPK-300
- 1 Azimutal Thruster AQUAMASTER US 630
Notação de Classe ICE-C (capacidade de operar em condições de gelo amenas , ou seja, campo de gelo fragmentado de até 40 cm de espessura).


Fuente:  Segurança e Defesa


Última edición por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:25 pm, editado 1 vez

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:21 pm

Publicado por el forista AK_47 el 11/04/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Brasil exporta a Namibia su primer patrullero construido por un astillero civil por 23 millones de dólares.

La Marina de Guerra de Brasil ha hecho entrega a Namibia del primer patrullero construido por un astillero civil brasileño por valor de 23 millones de dólares, bautizado como Brendan Simbwaye (P-11) y que desplaza 239 toneladas.

Según informó la Agencia Brasileña de Promoción a las Exportaciones e Inversiones (APEX), el navío, entregado en la norteña ciudad de Fortaleza, mide 46,5 metros y está equipado con un cañón de 40mm L70 y dos ametralladoras de 20mm. Tiene una velocidad máxima de 27 nudos y su cometido principal será la vigilancia del litoral namibio, protección de plataformas off-shore, combate a la pesca ilegal, el tráfico de drogas y el contrabando.

Fue comisionado el pasado 16 de enero durante una ceremonia en los astilleros de INACE, después de que fuera aprobado por la Comisión de Inspección formada por oficiales de las Armadas de ambos países. El navío cruzará el Atlántico escoltado por la corbeta brasileña Caboclo con paradas en el archipiélago de Fernando De Noronha, y las islas de Ascensión y Santa Elena antes de llegar al puerto de Walvis Bay, en Namibia el próximo 21 de abril.

El patrullero ha sido desarrollado por la Industria Naval del Estado de Ceará (INACE) a semejanza de las patrulleras Grajaú de la armada brasileña, de las que hay ya 12 en servicio.Se trata del primer navío de estas características exportado por Brasil mediante un programa de incentivo a las empresas estatales y particulares dedicadas a la industria naval. Además del navío, Brasil tiene previsto entregar próximamente a Namibia otras dos lanchas más pequeñas, de 45 toneladas, con valor comercial, cada una, de tres millones de dólares.

La administración del proyecto ha sido responsabilidad de la Empresa Gerencial de Proyectos Navales (EMGEPRON), la compañía pública vinculada al Ministerio de Defensa a través del Comando de la Armada de Brasil que también garantiza la calidad del navío, la instalación del armamento y el apoyo logístico. La tripulación ha sido adiestrada por la Armada brasileña.

Cooperación naval.

Brasil y Namibia tienen una larga relación de cooperación en el área naval desde finales de los años 90. Como producto de ello, en junio de 2004, la Armada brasileña donó su hasta entonces corbeta Purus que fue rebautizada como Teniente general Dimo Hamaambo y transferida a la incipiente Armada namibia que actualmente la opera desde el puerto de Walvis Bay en la fiscalización de la pesca ilegal y servicios aduaneros. Claudio Borges, gestor del proyecto Brendan Simbwaye, explicó que como resultado de esa cooperación, Namibia decidió en 2004 adquirir este nuevo patrullero y dos lanchas de defensa para incrementar la capacidad operativa de su Marina.

En el proyecto de diseño y construcción del patrullero de exportación brasileño, participan diez empresas estatales y privadas de los estados de Sao Paulo, Río de Janeiro y Río Grande do Sul como parte de un plan de dinamización del sector naval. El programa prevé alcanzar en los primeros dos años, que se cumplen en agosto, un aumento en las exportaciones de 218,6 a 236,3 millones de reales (de unos 93,4 a 101,5 millones de dólares).

En la actualidad, se mantienen gestiones para la próximo venta de más navíos de guerra a países como Argentina, Nigeria, Egipto, Colombia, Venezuela, Indonesia, Turquía, Emiratos Árabes Unidos, Arabia Saudí, Chile, Perú, Líbano, Tailandia, Bahrein, Siria, Argelia, Jordania, Omán, Malasia, Filipinas, Marruecos, Libia y Kuwait.

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:24 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 11/04/2009 en  http://fdra.superforos.com

Chega ao Brasil o Navio Polar Almirante Maximiano.

04/04/2009

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Incorporado à Marinha do Brasil (MB) em 3 de fevereiro último, na cidade de Bremerhaven, Alemanha, o Navio Polar Almirante Maximiano tornou-se o mais novo meio operativo da Marinha e chegando ao Brasil no próximo dia 7 de abril. Após as adaptações necessárias às realizações de pesquisas na região da Antártica, como construções de laboratórios, espaços habitacionais, hangar e convés de vôo para operar aeronave, o Navio suspendeu de Bremerhaven (Alemanha) em 14 de fevereiro, demandando os portos de Brest, Lisboa, Las Palmas e Recife. Atracará no cais Paulo Irineu Roxo Freitas, na DHN (Diretoria de Hidrografia e Navegação), Rio de Janeiro, em 7 de abril, às 11h, sob o Comando de seu primeiro Comandante, o CMG Sérgio Ricardo Segovia Barbosa. O navio será recebido fora da barra da Baía de Guanabara, na manhã do dia 07 de abril, por diversas unidades navais da Marinha, estando embarcado no Navio Capitânia o Comandante de Operações Navais. As unidades navais, após saudarem o novo navio, que terá a bordo o Diretor-Geral do Material da Marinha, participarão de uma Parada Naval nas proximidades da entrada da Baía.

Almirante Maximiano.

O nome “Almirante Maximiano” é uma justa homenagem ao insigne Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca que, como Comandante da Marinha, ao adquirir o Navio de Apoio Oceanográfico (NApOc) Barão de Teffé (1982 - Ex Thala Dan), abriu o caminho para a presença do Brasil na Antártica, permitindo a realização da Primeira Expedição Antártica Brasileira e o estabelecimento da Estação Antártica Comandante Ferraz. Esta estação, a partir de então, marca a presença de nosso país naquele Continente, na condição de membro do Tratado Antártico, e nos dá direito a voto nas decisões atinentes àquela região.

A aquisição.

Em fevereiro de 2008, o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, durante visita ao continente antártico, decidiu pela obtenção de um navio para, juntamente com o Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, apoiar as pesquisas brasileiras no continente gelado. Com isso, iniciou-se o processo de seleção de um navio de pesquisa com capacidade de operar na região, tendo sido selecionado o Navio Ocean Empress, por uma comissão composta por engenheiros navais e oficiais, com relevante experiência em operações antárticas.

Assim, o Navio foi adquirido por meio de Convênio assinado em 2008 entre a MB, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP). Após a aquisição, foram realizadas alterações estruturais no estaleiro Bredo, em Bremerhaven, para atender aos requisitos necessários para apoiar o Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR).

Dentre essas alterações, destacam-se a construção de um convés de vôo, apto a operar com aeronaves UH-12/13 (Esquilo) e IH-6B (Bell Jet Ranger), e de um hangar climatizado, com capacidade para acomodar 2 helicópteros; instalação de 5 laboratórios, sendo 2 laboratórios secos, 2 laboratórios molhados e 1 misto, os quais abrigarão os mais modernos equipamentos para o desenvolvimento de projetos científicos no ambiente antártico; e ampliação das acomodações de 50 para 106 pessoas.

O Navio é dotado, também, de um amplo passadiço com sistema de cartas eletrônicas (ECDIS); sistema de aquisição automatizada de dados hidroceanográficos; sistema de posicionamento dinâmico; sistema automático de identificação (AIS); e cinco estações de controle dos propulsores do Navio, de onde se pode atuar nos 2 eixos com hélice de passo controlado (HPC), 3 propulsores de proa (bow thrusters) e 1 propulsor (thruster) azimutal existente na popa.

O Navio será operado e mantido pela DHN, por intermédio do Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo) e com a supervisão técnico-científica do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM).

Conceito de Emprego.

O Navio será empregado prioritariamente nas coletas de dados oceanográficos na Região Antártica, em apoio aos projetos científicos do Programa Antártico (PROANTAR), podendo ser utilizado também tanto em Águas Jurisdicionais Brasileiras como em outras regiões do Atlântico Sul, com a finalidade de coletar dados hidroceanográficos destinados ao aprimoramento das previsões meteorológicas e oceanográficas, bem como da cartografia náutica.

Equipamentos Científicos e de Apoio.

Para atuar segundo o seu Conceito de Emprego, estão sendo adquiridos para o NPo Almirante Maximiano, pela MB, equipamentos científicos e de apoio, com instalação prevista para o corrente ano, a saber:
- Guincho Oceanográfico para águas profundas;
- Ecobatímetro Multifeixe EM302;
- Acoustic Doppler Current Profiler (ADCP) de Casco (perfilador de correntes);
- Conjunto Conductivity, Temperature and Depth (CTD)/Rosette;
- Ecobatímetro EA600; ADCP tipo "Lowed"; Garrafas de Niskin (5 e 10 litros);
- Estação Meteorológica Automática;
- Termossalinógrafo;
- Termômetros digitais;
- Guincho Geológico para águas profundas;
- Cabo mecânico (8000m);
- Sonar de Varredura Lateral;
- Arco de Popa; e
- Arco Lateral ("Frame").

Histórico.

O Navio, construído em 1974, no estaleiro Todd (EUA), foi comissionado como navio de apoio (Supply Vessel) às plataformas de petróleo no Mar do Norte e, posteriormente, em 1988, no estaleiro Aukra (Noruega), foi convertido em navio pesqueiro (Stern Factory/Processing Trawler), quando obras de grande vulto foram executadas, a ponto de ter sido preservada apenas a quilha como parte original, o que, segundo a Classificadora Lloyds Register, torna o ano de 1988, na prática, como o seu novo ano de construção.

Características.

São características do NPo Almirante Maximiano:
- Notação de Classe ICE-C (capacidade de operar em condições de gelo amenas, ou seja, campo de gelo fragmentado de até 40 cm de espessura);
- Comprimento total: 93,4 m;
- Boca moldada: 13,4 m;
- Calado carregado: 6,5 m;
- Deslocamento carregado: 5.540 ton;
- Sistema de propulsão: 2 Motores Caterpillar 3612 V12 2942 KW;
- Geração de energia: 2 geradores de eixo Caterpillar 1464 KW, 1 motor Caterpillar 3512 V12 1424 KW e 1 Diesel gerador de emergência Cummins-KarstenMoholt 250 KW;
- Velocidade Máxima Mantida(VMM): 13 nós;
- Velocidade Econômica de Cruzeiro(VEC): 11 nós;
- Autonomia: 90 dias;
- Tripulação: 54 militares;
- Acomodação (1/3 destinado à comunidade científica): 106 pessoas;
- Sistema de Posicionamento Dinâmico (DP);
- 1 Bow Thruster BRUNVOLL SPT-AP-400;
- 2 Bow Thrusters BRUNVOLL SPK-300; e
- 1 Azimutal Thruster AQUAMASTER US 630.


Fuente:  Segurança e Defesa

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:28 pm

Publicado por el forista IA-37P el 25/05/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Acuerdo con Francia: Brasil usará US$ 8.500 millones para construir cinco submarinos.

Por: Eleonora Gosman

La Marina brasileña apresura su plan de construcción de submarinos nucleares. El jefe de la fuerza, almirante Julio Soares de Mora Neto declaró que el presupuesto para montar las embarcaciones, 4 de ellas convencionales y sólo una propulsada por un reactor atómico, se hará en sociedad con Francia y demandará 8.500 millones de dólares.

El paquete es parte del acuerdo de cooperación militar que el presidente Lula da Silva firmó con su colega Nicolás Sarkozy durante una visita que éste hizo a Brasil en diciembre último acompañado de su mujer Carla Bruni. Contempla una sociedad entre la estatal francesa DCNS, dueña de la tecnología, la estatal brasileña Emgepron (que depende de la Marina) y de la constructora privada Odebrecht. Según dicen en Brasil, la compañía del Estado brasileño tendrá una "golden share" (o acción de oro) que le garantice que ciertas decisiones solo se podrán tomar con su aprobación.

La compañía francesa maneja valores superiores ya que estima un presupuesto total de 7.000 millones de euros, lo que representa unos 9.500 millones de dólares; pero las autoridades brasileñas negocian un ajuste de las cifras. Entre tanto, según consignó el comandante Julio Soares en una conferencia ofrecida en Río de Janeiro, se aguarda que un consorcio de bancos extranjeros liderados por el BNP Paribas acerque a Brasil una propuesta financiera para completar los recursos antes del 7 de septiembre próximo. Ese día Sarkozy estará en Brasilia para participar como invitado especial de las celebraciones de la independencia brasileña y querrá, seguramente, cerrar antes este capítulo. La definición del paquete financiero incluye un nuevo astillero en sur de Río de Janeiro, capaz de albergar las instalaciones para construir el submarino nuclear (que pesa más de 5 veces uno convencional) y una nueva base naval. Lo que más entusiasma al presidente francés es que con este contrato su país desplaza de hecho a los alemanes de América latina, un mercado donde estos tenían grandes ventajas.

Además de las cuatro embarcaciones convencionales, Francia asistirá técnicamente a Brasil en la realización de su primer submarino "El Terrible" (así se llama la versión francesa del SNA, o submarino de ataque). También se hará cargo del diseño de la base naval y del nuevo astillero. El primer submarino será realizado casi íntegramente en Francia. Entrará en servicio en 2016.

De acuerdo con la Marina brasileña ya hay una fecha tentativa el comienzo de las obras del primer Scorpene, nombre del submarino convencional. Será durante el primer semestre de 2010. Si el cronograma se cumple, el segundo entrará en las instalaciones brasileñas en 2012; y el tercero y cuarto se haría entre 2014 y 2016.

Esta semana, el comandante de la Marina entregará al ministro de Defensa Nelson Jobim el programa completo de equipamiento de la fuerza.
En el presupuesto del submarino debe incluir otros 500 millones de dólares destinados a los ensayos del reactor atómico, que será íntegramente construido en Brasil, y la planta industrial para la producción del combustible que lo alimenta. Ambos deberían estar listos en 2014. El arma tiene planes más ambiciosos ya que calcula también desarrollar y construir un misil nacional.

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:29 pm

Publicado por el forista AK_47 el 28/05/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Brasil construirá al menos tres submarinos nucleares hasta 2035.

En el programa de submarinos nucleares brasileño (SNB) está prevista la construcción de una flota de, por lo menos, tres buques en el largo plazo -el objetivo de referencia es el año 2035- de acuerdo con lo manifestado la semana pasada por funcionarios de la Marina de Brasil. Se espera que el primer SNB esté en pleno funcionamiento en torno al año 2020, es decir en poco más de diez años. El proyecto recibe en la actualidad 130 millones de dólares al año.

En declaraciones a la prensa brasileña, el Ministro de Defensa de ese país, Nelson Jobim, calificó al proyecto como "la clave para garantizar la riqueza nacional que se encuentra en el Océano Atlántico". Para el Ministro, "no se puede pensar en la protección (de esa riqueza) sólo con buques de superficie, que son plataformas de fácil localización". Jobim recordó, además, que antes de la puesta en servicio del SNB, “se construirán cuatro submarinos convencionales, con propulsión diesel-eléctrica".

La flota de SNB estará compuesta por buques de 96 metros de eslora, 4.000 toneladas de desplazamiento sumergidos y altura máxima de 17,8 metros -el equivalente de un edificio de siete pisos- en la vela, la torre que alberga los periscopios y diversos apéndices, tales como el sistema de Medidas de Apoyo Electrónico (MAE), el Radar y las antenas de comunicaciones.

La tripulación de los SNB estará compuesta por 100 hombres, alojados en un tubo de acero de 9,80 metros de diámetro. Dividen el escaso espacio interior, además de diversos mamparos, los cableados de la red de energía eléctrica, los sistemas hidráulicos, los sistemas informáticos, computadoras, el armamento -torpedos, misiles y minas- y, por supuesto, el reactor nuclear.

El tiempo de permanencia de los SBN bajo el agua no tendrá prácticamente límites en cuanto al combustible, aunque se planifican campañas de no más de 30 días para reponer los víveres y algunos ítems de consumo. También se tendrá en cuenta para este cálculo el estrés que sufren los tripulantes a causa del confinamiento. Los expertos tratan de diseñar el arreglo interno del buque, con referencias a la dimensión humana para minimizar este aspecto. Los cambios, no obstante, no serán muy significativos. Según lo especificado por la Marinha do Brasil, el efecto se hará sentir en las cuchetas, ligeramente más anchas que el modelo utilizado en los submarinos convencionales, más pequeños y de menor tonelaje, o en la cafetería, que también se utiliza como cine. Otra precaución será el menú variado, sabroso y de buena calidad alimentaria, que se sirve de día y de noche.

El submarino atómico tendrá sus secretos. Uno de ellos, relacionados con el proyecto, es la tecnología del eje mueve la hélice. El problema es limitar el ruido y las vibraciones. Se empleará para ello a un concepto nacional derivado de la construcción de ultracentrifugadoras, empleadas en el enriquecimiento de uranio utilizado como combustible en los reactores. El eje será un gran imán de 80 metros de largo, que funcionará sin ruido ni fricción.

El proyecto es desarrollado por el Centro Aramar en Iperó, a 140 km de São Paulo. (AE)

Fuente: [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:31 pm

Publicado por el forista Luis Domobranec el 07/08/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Aviación Naval Brasileña compra aviones Tracker para turbinizar.

04/08/2009

La Marinha do Brasil está en proceso de adquisición de 5 células de aviones S-2 Tracker. Serían convertidos como plataformas AEW y COD para el portaaviones Sao Paulo. Según informó el portal Poder Naval de Brasil, esa fuerza adquiriría próximamente 5 fuselajes de aviones Grumman S-2 Tracker, con la intención de motorizarlos con plantas turbohélice. Las células tendrían una vida asegurada de 20 años más. Habría una opción a la compra de 3 unidades adicionales. Los aviones se encuentran almacenados en la base aérea Davis Montan, en el desierto del estado de Nuevo México.

Tres de esos aviones serían equipados como Alarma Aérea Temprana (AEW por sus siglas en inglés) y los dos restantes como transportes para portaaviones (COD de acuerdo también con sus siglas en inglés) y eventualmente como aviones cisterna. De esta manera cubrirían una falencia actual en cuanto a su aviación de ala fija para equipar al grupo aéreo del portaaviones Sao Paulo, que fuera recientemente reparado.

La principal contratista en la conversión de los Tracker es la empresa norteamericana Marsh Aviation, con amplia experiencia en la turbinización de los Trackers, y la brasileña Embraer. Marsh Aviation diseñó, a pedido de IAI, el primer Turbotracker argentino, al que se lo equipó con una planta Garret TPE331-15 AW de 1.645 SHP, con inyección de agua metanol, y hélices de materiales compuestos de cinco palas.

La Armada Argentina llegó a convertir cuatro Trackers S-2E, del proyecto original de 6. El quinto nunca abandonó el Arsenal Aeronaval Comandante Espora y el sexto fuselaje se perdió en un accidente antes de ser convertido. Los Turbotracker S-2T argentinos, aviones netamente antisubmarinos, han operado a bordo del Sao Paulo en ejercicios de la flota brasileña en 2002, y el diseño probó ser todo un éxito. Las autoridades brasileñas siempre alabaron el concepto y el suceso del Tracker argentino, que contrastaba con el fracasado proyecto de turbinización brasileño, realizado con turbinas Pratt and Whitney PT6 por la Fuerza Aérea Brasileña. Pese al éxito de la turbinización de los S-2E, la ARA nunca completó la modernización del equipamiento electrónico del Turbotracker, por lo que el avión anti-submarino quedó rezagado tecnológicamente. Años antes, la Aviación naval Argentina había convertido a tres Tracker S-2A como COD en el Arsenal Aeronaval de Punta Indio. El proyecto resultó también exitoso.

La Marina de Brasil también busca financiamiento en estos momentos para la adquisición de un segundo lote cuatro helicópteros SH-76 Sea Hawk. El primero, también de 4 unidades se espera para 2011.


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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:37 pm

Publicado en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] Mie Ago 19, 2009

El submarino nuclear brasilero y la opción francesa.
por Ignacio J. Osacar (Coordinador de la Comisión de Defensa del CENM)

20/07/09

La decisión de adquirir cuatro submarinos convencionales y uno nuclear a Francia ha producido ciertas resistencias por parte de los partidarios de la opción ofrecida por Alemania. Dos importantes medios brasileros como son Folha de Sao Pablo y O Globo expresaron que el contrato francés tendría un costo de 6.7 billones de euros comparados con los 670 millones que totalizaría la propuesta alemana.

Se denunciaba que, adicionalmente a la compra de cuatro submarinos convencionales Scorpene y un quinto a propulsión nuclear, Francia imponía a la empresa brasilera Odelbrecht, para la construcción de un astillero y una base, obras que tampoco estaban contempladas en ninguno de los planes navales en la actualidad, con lo cual se incurría en un gasto innecesario de fondos públicos.

[Tienes que estar registrado y conectado para ver esa imagen]
Submarino clase Scorpene

Resaltaba también el hecho, que a la fecha, Francia solamente había podido vender dos submarinos de este tipo a Chile y uno a Malasia, y que ni Francia ni ningún otro país integrante de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) lo emplea en sus flotas. Agregaba que las experiencias registran que las naves chilenas sufrieron fallas en alguno de sus sistemas y que el mantenimiento es comparativamente caro y complejo. Estos datos se suman con que más del 80% del mercado mundial de submarinos convencionales esta dominado por productos de la empresa alemana Howaldtswewerke-Deutsche Werf GmbH (HDW), mientras que la francesa Direction de Contructions Navales Services (DCNS) cubre tan solo el 13%.

El Ministerio de Defensa de Brasil se vio obligado a justificar el acuerdo entre los dos gobiernos, firmado el 23 de diciembre del 2008 y posiblemente el Ministro de Defensa Nelson Jobim deba dar explicaciones ante la Comisión de Relaciones Exteriores y Defensa de Cámara de Diputados, antes que ambos países firmen un contrato definitivo el próximo 7 de septiembre durante la visita del presidente Nicolas Sarkozy a ese país.

Se afirma que ambos proyectos no son comparables, ya que la propuesta alemana de HDW era para la construcción de dos submarinos convencionales, sin contemplar el desarrollo de un submarino nuclear. Tampoco ofrecía la transferencia de tecnología, ni de mantenimiento y la construcción sería realizada tan solo en forma parcial en Brasil.

La propuesta francesa, de la firma DCNS, incluye la construcción en Brasil, de cuatro submarinos convencionales tipo Scorpene, que servirán de base de capacitación local para el desarrollo del submarino nuclear, con las transferencias de tecnología del proyecto y la construcción, inclusive de los sistemas de combate. La propuesta francesa incluye el proyecto y construcción de un astillero especializado de submarinos nucleares y convencionales, además de una nueva base naval, con las características específicas que requieren los mismos. La parte nuclear del proyecto será exclusivamente brasilera, como continuación de un programa de investigación y desarrollo ejecutado por la Armada desde la década de los 70.

Alemania no aceptó brindar la transferencia tecnológica ni el mantenimiento de los submarinos. Los submarinos que Brasil opera en la actualidad, los clase IKL-209, poseen la sección de proa, donde se encuentran los tubos lanzatorpedos, fabricada íntegramente en Alemania y el mantenimiento de los complejos sistemas de combate (sonares y computadoras de tiro) es también ejecutado exclusivamente con la asistencia de técnicos alemanes.

Se aclara que el astillero y la nueva base de submarinos proyectada en Sepetiba, en el estado de Rio de Janeiro, está prevista por la Armada brasilera desde 1993, refutando el argumento de que la construcción del astillero y la base fue una innecesaria imposición francesa. Puntualizan el hecho de que se requieren astilleros de características tecnológicas y ambientales particulares para la construcción de submarinos, y particularmente los nucleares, cosa que no es satisfecha por ninguno de los existentes en la actualidad y que la base de la Bahía de Guanabara no tiene profundidad suficiente para las mayores dimensiones de un submarino nuclear.

Brasil exigió que las construcciones del astillero y la base fueran hechas por una empresa brasilera, que sería libremente seleccionada por la empresa francesa DCNS. Independientemente de a quien se le adjudicara la obra, no habría licitación, dada las características reservadas del proyecto, que de otra manera exigiría la divulgación pública de planos de instalaciones militares nucleares y de otra información sensible.

El casco del submarino clase Scorpene tiene el diseño típico de submarino de propulsión nuclear y emplea tecnología usada en el nuevo submarino nuclear de ataque francés clase Barracuda, actualmente en construcción.

Se destaca que como resultado de lo estipulado en el contrato, de que un 20% de cada nave, será de origen brasilero, unas 36.000 piezas, inclusive sistemas complejos, serán fabricadas en ese país. Hasta ahora hay 30 empresas homologadas para ser proveedoras del proyecto y otras en proceso de incorporación.

El acuerdo entre Brasil y Francia debe ser interpretado como una etapa del programa iniciado por la Marina hace décadas, con el objetivo de capacitarse para la construcción de submarinos con propulsión nuclear y no como simple operación de compra de nuevas unidades. El inicio del programa de tecnología nuclear fue simultáneo con el de submarinos convencionales mediante un acuerdo con la firmas alemana HDW. De los 5 submarinos previstos en ese acuerdo, del modelo IKL-209, el primero fue construido en Alemania y los últimos en el Arsenal de Marina de Rio de Janeiro (AMRJ).

El "Tikuna", que es el más moderno, incorporó avances tecnológicos realizados en Brasil con participación alemana, pero aun así, no se contaba con la tecnología para el mantenimiento de esas naves ni el necesario desarrollo evolutivo hacia un submarino nuclear. Por esa razón se buscó nuevos socios que facilitaran dar un paso fundamental hacia un proceso de superación de etapas acelerado. La construcción de cada uno de los cuatros submarinos convencionales brindará la capacitación progresiva al personal técnico que les permitirá avanzar independientemente hacia el de propulsión nuclear.

El compromiso contraído por Brasil es importante por su alcance en el tiempo, ya que la vigencia del Acuerdo se proyecta hasta tres años posteriores a la botadura del primer submarino nuclear, aunque se puntualiza que no deberá exceder los 25 años.

El punto central está dado por la finalización exitosa del reactor nuclear brasilero, un desafío con responsabilidad exclusivamente brasilera, que podría concretarse en un lapso aproximado de 5 años según algunas fuentes.

En un primer momento, las apreciaciones sobre los tiempos requeridos para finalizar el submarino nuclear, con proyecto y construcción totalmente brasileros, sin participación extranjera alguna, totalizaba entre 15 a 20 años, desde el momento de la toma de decisión de iniciarlo, a lo que se debía sumar el lapso necesario previo para la formación del personal de ingenieros y técnicos.

Es probable que el Acuerdo con Francia le permita a Brasil la eliminación de extensas etapas y que de mantenerse la ejecución de los presupuestos asignados, el submarino nuclear brasilero se encontraría navegando el Atlántico Sur algunos años antes de lo anticipado.

Fuentes:

[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] consultado 20-07-09
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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:39 pm

Publicado por el forista Mapinguari el 05/09/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Senate Approves Loan for French Nuclear-Powered Submarine and New Helicopters.

(Source: Brazilian Ministry of Defence; issued Sept. 2, 2009)

BRASILIA, Brazil --- The Senate in plenary session yesterday (Wednesday) approved, in a symbolic vote, two draft resolutions that authorize the Union of Brazil to obtain foreign loans amounting to 6.088 billion euros (BRL 17.0 billion), of which 4.324 billion euros (about BRL 12.1 billion) to build the first Brazilian nuclear-powered submarine as well as four conventional submarines, and 1.847 billion euros (about BRL 5.1 billion) for the production of 50 Eurocopter EC-725 transport helicopters.

These systems will be produced in Brazil, with technology transfers, as set out in the strategic partnership agreement signed in December 2008 by the President of Brazil, Luiz Inácio Lula da Silva, and French President Nicolas Sarkozy. "These are key strategic projects for Brazilian defense and for the development of our industry", said Defense Minister Nelson Jobim. The draft resolutions approved on the evening of Wednesday have been enacted by the Senate President José Sarney.

The Submarine Development Program (Prosub) will cost a total of 6.790 billion euros (about BRL 19.0 billion), of which 4.324 billion euros (about BRL 12.1 billion) will be financed through the loans and 2.466 billion euros (BRL 6.9 billion) will be paid directly with funds from the Treasury.

Of this total envelope, 1.868 billion euros will be dedicated to the construction of the naval base and shipyard in Itaguai (Rio de Janeiro state). The loan to finance the submarines will be repaid by Brazil over 20 years (2010 to 2029) to a consortium of banks including BNP Paribas SA, Societe Generale, Calyon SA, Credit Industriel et Commercial, Natixis and Santander. The banks will disburse the funds to pay suppliers over 15 years, from 2010 to 2024.

The agreement with France provides for the project design and construction -- with transfer of technology -- of four conventional submarines, and of the non-nuclear part of one nuclear submarine; and of the shipyard and naval base for the construction and operation of the nuclear-powered submarine. More than 30 Brazilian companies will receive technology to produce about 35 thousand parts and items of the submarine.

The second loan is for the licence-manufacture of 50 Eurocopter EC-725 transport helicopters (Project HX BR). They will be built by the company's factory Helibrás in Itajubá (Mato Grosso state), and production will also benefit several companies to become suppliers. "Another advantage is that it was agreed with France that any export of helicopters to South America and Africa will be made by the Brazilian factory," said Minister Jobim.

This project will cost 1.847 billion euros (about BRL 5.1 billion), of which 1.764 billion euros (about BRL 4.9 billion) will be financed by the French side over nine years, and 83 million euros (BRL 232 million) will be disbursed by the Brazilian Treasury. The loan will be made by the following banks: Societe Generale, BNP Paribas SA, Calyon SA and Santander.

Each service -- navy, army and air force, will receive 16 helicopters to support their missions. Two more helicopters will be allocated to the Air Force to transport authorities.

PROSUB: In the case of submarines, the agreement with France stipulates that Brazil will receive only non-nuclear technologies relative to nuclear-powered submarine. Brazil has its own core nuclear technology, developed by the Navy over 30 years through Project Aramar. The construction of the submarine's nuclear reactor will be funded by the National Treasury and its development will also provide for the installation of small power plants for generating electricity.

The design of the nuclear submarine will be based on the French Scorpene model, adapted to Brazilian needs. France will transfer the technology necessary for its design and construction (Brazil today has only part of the construction technology). Technology for the design and construction of the shipyard and of the naval base, which must be suitable for a nuclear submarine, will also be transferred.

Due to technical and environmental requirements, the current sites and submarine base, located in the densely populated capital of Rio, cannot accommodate submarines with a nuclear reactor.

These facilities will be built by a Special Purpose Company (SPC), comprised of Brazil's Odebrecht (with 50% shareholding), France's DCNS (49%) and the Brazilian Navy (1%). The Union of Brazil, through its navy, will have a “golden share” in the SPC with veto rights.

The Brazilian construction company Odebrecht was chosen freely by the French company DCNS, without government interference. The only demand made by Brazil was that the work was played by a national builder, with the technology passed on by France.

Fuente: Defense-Aerospace.com

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:40 pm

Publicado por el forista Mapinguari el 08/09/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

A maior compra bélica da história.

Denize Bacoccina, Gustavo Gantois e Leonardo Attuch

Na noite da quinta-feira 3, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, estava eufórico. Havia concluído uma etapa crucial no processo de reaparelhamento das Forças Armadas. Com autorização do Senado, o Brasil investirá R$ 20 bilhões na compra de cinco submarinos franceses, incluindo um nuclear.

Além disso, Jobim está prestes a fechar mais um acordo militar, de R$ 5 bilhões, para a compra de helicópteros. "Temos que proteger o pré-sal e, para isso, é preciso pensar grande", disse ele à Dinheiro. "É o momento mais importante da Marinha nos últimos 30 anos", reforca o contra-almirante Wellington Liberatti, que comanda o programa naval. Agora, o Brasil poderá concluir o projeto do seu submarino nuclear, numa decisão que terá repercussões tecnológicas e geopolíticas.

No Sete de Setembro, ao lado do francês Nicolas Sarkozy, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará clara a ambição brasileira de ganhar peso político em organismos internacionais, como o Conselho de Segurança da ONU. E falará ainda da necessidade de proteção do pré-sal, que ele define como uma "segunda independência".

O dinheiro dos submarinos, que faz parte do Programa Nacional de Defesa, um dos carros-chefes da gestão de Jobim, virá de um financiamento de E 5 bilhões. Foi aprovado na semana passada, com prazo de 20 anos, e será liderado pelo BNP Paribas. Com os recursos, o Brasil será o sexto país do mundo com um submarino a propulsão nuclear, depois de Estados Unidos, França, Inglaterra, Rússia e China.

Ele deverá ficar pronto em 2014 e será construído numa nova base naval, na cidade de Itaguaí, no Rio de Janeiro, que deverá empregar cerca de cinco mil pessoas.

A vantagem de um submarino nuclear, na comparação com os convencionais, é a possibilidade de ficar submerso por muito mais tempo, em águas ultraprofundas, sem ser captado por sonares ou imagens de satélite.

E o brasileiro entrará em operação no mesmo momento em que o petróleo do pré-sal estará sendo extraído a pleno vapor, de acordo com as estimativas da Petrobras. "Mais de 90% do petróleo brasileiro vem do mar. Se não formos capazes de guardar isso, estaremos suscetíveis a todo tipo de ataques, como piratas e até mesmo terroristas", afirma o capitão de mar e guerra Emílson Paiva de Faria, assessor de Estratégia da Marinha. Além disso, o Brasil está prestes a expandir suas fronteiras navais, com autorização da ONU, em áreas onde há também reservas comprovadas de petróleo - elas passarão de 3,5 milhões para 4,5 milhões de quilômetros quadrados.

O processo de compra dos submarinos enfrentou a resistência de concorrentes alemães, que chegaram a apresentar uma proposta mais barata na última hora. Só que com um detalhe: ao contrário dos franceses, os alemães não operam submarinos nucleares e não haviam previsto, na fase inicial, a construção de uma base naval no Brasil. "Foi choro de perdedor", disse Jobim, a respeito da posição alemã. Americanos e ingleses, por sua vez, são proibidos por lei de ceder a outros países a inteligência da área bélica. A Rússia vende apenas o equipamento, enquanto o submarino chinês encontra-se em fase de teste. Restou a França, cuja empresa naval, a DCNS, concordou com a instalação da base naval no Brasil, que será feita em parceria com a Odebrecht.

No projeto nuclear, o grande desafio de engenharia é a construção de um casco duplo, capaz de receber, sem riscos, a propulsão nuclear. O reator, cuja tecnologia o Brasil já domina, é desenvolvido desde 1979 no Centro de Aramar, em Iperó, no interior de São Paulo. A lém de modernizar as Forças Armadas, os cinco novos submarinos trarão ainda um benefício de longo prazo para a economia brasileira.

As tecnologias bélicas poderão ser apropriadas pela indústria nacional e utilizadas também na área civil. Muitas coisas que hoje fazem parte do dia a dia surgiram como uso militar. É o caso dos radares, GPS, laser, internet e até micro-ondas. Na produção dos submarinos serão desenvolvidas, por exemplo, bombas hidráulicas de alta pressão que poderão ser empregadas na indústria petrolífera, nas plataformas marítimas. O conjunto de baterias, com orçamento de US$ 7 milhões, será produzido por um fornecedor brasileiro. Além do contrato milionário, a indústria que conseguir a encomenda terá desenvolvido tecnologia que poderá ser útil em outros projetos. "O cerne deste contrato com a França é a transferência de tecnologia", diz o contra-almirante Wellington Liberatti.

O contrato dos submarinos representa ainda uma guinada de 180 graus na situação financeira da Marinha. O orçamento da área naval nunca foi muito abastado, mas em 2002 chegou ao ponto mais crítico, com um gasto de R$ 788 milhões e apenas R$ 46 milhões de investimentos.

"Agora, teremos de investir, no mínimo, R$ 5 bilhões por ano pelos próximos 20 anos", disse à Dinheiro o comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto. "Esse plano não vai resolver todos os problemas militares de uma só vez, mas se o governo investir o que propõe, vai certamente colocar o nome do Brasil em outro patamar na região", diz o estrategista militar Geraldo Cavagnari, fundador do Núcleo de Estudos Estratégicos da Unicamp.

O acordo Brasil-França serve aos interesses brasileiros de se projetar como potência regional e ser um importante ator global. Os cinco países que já têm submarino com propulsão nuclear são justamente os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Além disso, no caso da Marinha, o Brasil tem interesses bem práticos a proteger na região do petróleo. No modelo montado por Jobim, naviospatrulha ficariam mais perto da costa. No limite do pré-sal, navios escolta e os porta-aviões. Fechando a estratégia, os submarinos fariam o monitoramento da região.

E 6,8 bilhões é o valor total do pacote bélico, que se divide em duas partes, conforme abaixo
E 1,9 bilhão serão gastos na construção do estaleiro e da base naval
E 4,9 bilhões incluem os quatro submarinos convencionais, o casco do nuclear e a transferência de tecnologia.

Fuente: Revista IstoÉ Dinheiro
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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:43 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 30/10/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

El futuro de la Armada Brasilera.

16/10/2009 - por Ignacio J. Osacar (Coordinador de la Comisión de Defensa del CENM)

La Estrategia Nacional de Defensa (END) de Brasil ha establecido los lineamientos sobre los cuales se consolida a la Armada como instrumento militar, en el marco de profundas reformas estructurales que serán concretadas para contribuir al objetivo nacional de constituirse en indiscutida primera potencia regional y compartir una posición de país líder a nivel mundial.

Se determina que las tareas estratégicas navales serán la negación de uso del mar, el control de las áreas marítimas y la proyección de poder naval. Estas tareas serán ejecutadas a partir de una doctrina de desarrollo del poder naval descripta como "desigual y conjunta", puntualizando que en caso de darse igual peso a los tres objetivos, se correría el riesgo de ser mediocre en todos ellos. Esto demandará la reconstrucción de la Armada por etapas, balanceando los componentes de superficie, submarino y aeroespacial.

La primera prioridad será contar con los medios para negar el uso del mar a cualquier fuerza enemiga que se aproxime a las aguas jurisdiccionales brasileras. Para garantizar esta capacidad es preciso concentrar la capacidad de proyección de poder y crear condiciones para controlar, en el grado necesario y dentro del derecho internacional, las áreas marítimas y aguas interiores de importancia político estratégica, económica y militar, como también las líneas de comunicaciones marítimas. Se aclara especialmente que la proyección de poder se considera como un concepto subordinado a la negación del uso del mar.

Las tres tareas estratégicas tendrán objetivos sin prioridad ni jerarquía, que se determinaran de acuerdo a las circunstancias. Estos serán: 1. La defensa de las plataformas petroleras, 2. Defensa de las instalaciones navales y de las rutas oceánicas en aguas jurisdiccionales, 3. Prontitud para responder a cualquier amenaza de Estados, fuerzas no convencionales o criminales, 4. Capacidad para participar en operaciones de paz, fuera del territorio y en aguas internacionales, bajo el mandato de Naciones Unidas u organismos internacionales regionales.

Las áreas del litoral tendrán especial atención, particularmente la faja de Santos a Vitoria y el área próxima a la desembocadura del rio Amazonas. Se otorga relevancia en las vías navegables en las cuencas del Amazonas y del Paraná-Paraguay, teniendo en cuenta el proyecto de las hidrovias Paraná-Tieté, Madeira, Tocantins-Araguaia y de Tapajos-Teles Pirés

Se contará con una fuerza de submarinos convencionales y nucleares de importancia, para lo cual se mantendrá e incrementará la capacidad de proyectar y fabricar los mismos. Se aceleraran las inversiones y asociaciones necesarias para ejecutar el proyecto del submarino nuclear. También se desarrollara la capacitación requerida para proyectar y fabricar misiles con los que se armará la fuerza submarina y se procurará obtener la autonomía nacional necesaria en el campo de la tecnológica cibernética, que permita la navegación discreta de los submarinos y el control eficiente de sus sistemas de armas.

Desde el punto de vista operativo, para estar en capacidad de contar con un submarino nuclear en patrulla en todo momento, se requiere disponer de no menos de tres, dado que el segundo debe estar preparándose para relevar al primero y el tercero efectuando el mantenimiento que corresponde al regreso de su período de patrulla. Esa pareciera ser una decisión ya adoptada.

Los Fusileros Navales son el medio que asegura la proyección de poder y por lo tanto la Armada los mantendrá en condiciones de empleo inmediato con carácter de fuerza expedicionaria. Se los considera esenciales para la defensa de instalaciones navales y portuarias, de las márgenes en las áreas fluviales, de los archipiélagos, e islas oceánicas, y para actuar en operaciones internacionales de paz y de ayuda humanitaria en cualquier lugar del mundo. En la actualidad esa fuerza ya cuenta con 14.500 efectivos.

Para la flota de superficie se destaca la necesidad de contar con naves de gran porte para operar prolongados periodos en alta mar, como también de menores dimensiones para patrullar el litoral y los principales ríos navegables. Las embarcaciones de combate, de transporte, de patrulla oceánica, litoral y fluvial serán concebidas y construidas con la misma versatilidad funcional que las destinadas a las operaciones en alta mar.

Se establece la preferencia de proyectar y construir naves de propósitos múltiples, con capacidad de porta-aeronaves, por sobre los porta-aeronaves convencionales de empleo exclusivo. El portaviones "Mina Gerais" es en la actualidad el único buque de esas características que presta servicios en Sudamérica.

Será requisito fundamental que la Fuerza Aérea tenga capacidad para operar estrechamente con la Aviación Naval, para que en caso de conflicto armado, aseguren la superioridad aérea local sobre el área de operaciones de la escuadra. Se puntualiza que la capacitación y las ejercitaciones de vigilancia marítima desde el espacio, integrará la capacitación operacional de la Armada.

Considerando las distintas circunstancias de la guerra, sobre todo en caso de enfrentar enemigos mucho más poderosos, queda definido que la fuerza de superficie será concebida y operada como reserva táctica o estratégica. La flota de superficie será empeñada cuando la situación táctica lo permita, pero solo con posterioridad del empleo inicial de la flota submarina, la que actuara coordinadamente con vehículos espaciales de vigilancia y medios aéreos para apoyo de fuego directo.

La Armada desarrollará conjuntamente con la industria nacional un avión con prestaciones para defensa y ataque, con el fin de maximizar el potencial aéreo de la fuerza naval.

Se indica también que se deberá acelerar el trabajo de instalación de bases para submarinos convencionales y nucleares. Esto señalaría que se dispondrá más de una base en forma permanente. Por extensión tampoco sería improbable la construcción de apostaderos discretos y protegidos.

Finalmente se plantea la necesidad de iniciar estudios y preparativos para establecer, lo más próximo posible a la desembocadura del Amazonas, una base naval de uso múltiple que sea comparable en importancia, por sus instalaciones y medios, a la existente actualmente en Rio de Janeiro.

Brasil a considerado que la defensa del mar es un factor decisivo para sus ambiciones de crecimiento y desarrollo para lo cual emprenderá el proceso escalonado de reorganización y equipamiento integral que asegure los objetivos establecidos.

Fuentes:

[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] consultado 15-10-09
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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:45 pm

Publicado por el forista Lobito el 03/11/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Por qué Brasil tendrá tres submarinos nucleares.

A comienzos de octubre visitó la Argentina el ministro de Defensa de Brasil, Nelson Jobim. En una conferencia pronunciada el 5 de dicho mes, expuso los lineamientos de la política de Defensa Nacional de este país, único de América latina que tiene vocación de actor global, es decir, de ser potencia mundial.Tras analizar la situación mundial y la significación que tiene en ella América del Sur, pasó a explicitar los objetivos concretos que persigue el país en el área de su gestión.

Informó que el proyecto del submarino nuclear, que Brasil desarrolla ahora con tecnología de Francia -cuyo ministro de Defensa visita la región incluyendo la Argentina a comienzos de la semana próxima- contempla la producción de tres sumergibles de este tipo, destinados a proteger el litoral marítimo del país y dar seguridad al Atlántico Sur, incluyendo para ello acuerdos con países de Africa con costa sobre este océano. Hasta ahora, el proyecto parecía contemplar un solo submarino de este tipo, que se sumaba a varios a propulsión convencional, fabricados en los astilleros brasileños con tecnología francesa. Que los submarinos nucleares brasileños sean tres y no uno, como parecía, sólo implica que la Marina de este país aplica un principio básico de este tipo de sistema de armas.

Para poder operar en forma permanente, se necesitan tres, ya que uno estará en operaciones, otro en reparación, mantenimiento o descanso, y el tercero en apresto, es decir, listo para operar en cualquier momento o reemplazar al que está en operaciones. Es decir que Brasil no busca tener un submarino nuclear para integrar el selecto grupo de países del mundo que poseen este tipo de armamento, sino que pretende darle un uso concreto y efectivo y por esta razón necesita que sean tres y no uno. Explicó por qué Brasil mantendrá por ahora el servicio militar obligatorio: considera que sigue siendo una institución importante para la integración y el progreso social y permite tener tropas suficientes para ocupar los grandes espacios vacíos que posee el país, como la región de la Amazonía.

Cooperación militar.

Pero el ministro brasileño también fue franco y directo al abordar la cooperación militar con la Argentina, señalando que no se habían concretado los proyectos comunes planteados en los últimos tiempos.Destacó la importancia que en el largo plazo tiene la Antártida, proponiendo que se transforme en una cuestión regional, para impedir que Argentina y Chile -los dos países de América del Sur con pretensiones territoriales- pierdan en el futuro sus derechos frente a países extra-regionales. Dio una opinión personal, en el sentido de que los conflictos del pasado -los juicios por las violaciones a los derechos humanos durante el gobierno militar- eran un factor que impedía a la Argentina llevar adelante una política de Defensa con visión de futuro y por esta razón, esta situación perturbaba la cooperación binacional.

Quizás por esta opinión fue que durante su visita a la Argentina, Nelson Jobim no fue recibido por la Ministra de Defensa argentina ni por otros funcionarios del gobierno nacional. Sólo fue recibido por el gobernador de Buenos Aires, Daniel Scioli.También trascendió periodísticamente, se les había indicado a los militares en actividad y a los funcionarios de dicho Ministerio no asistir a la mencionada conferencia. A las pocas horas de ésta, fue suspendida por la Argentina la participación en un ejercicio naval binacional. El argumento fue que la autorización del Congreso para que participaran buques argentinos no había llegado a tiempo. Pero más allá de la causa real, fue un episodio poco feliz que pareció evidenciar que no hay una vocación de cooperación en el plano militar con Brasil.

Al finalizar el mes, el tema comercial crea un momento de tensión en la relación entre Buenos Aires y Brasilia. Brasil es la relación más importante para Argentina en América latina y por esta razón, la cooperación y armonía con este país deben ser prioridad para la política exterior argentina. Ni el mencionado episodio con motivo de la visita del Ministro de Defensa, ni las tensiones surgidas por el tema comercial, muestran que se le esté dando la debida atención. Quizás por eso no sea casual que en los 22 meses que lleva el gobierno de Cristina Kirchner en el poder, la Argentina haya firmado 85 tratados bilaterales con Venezuela y sólo 23 con Brasil.

Fuente: Nuestro Mar.

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:47 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 03/02/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Base de submarino nuclear começará a ser construída em fevereiro.

Escrito por Defesa Brasil
31 de Janeiro de 2010

Wladimir Platonow

(Agência Brasil) - A base que abrigará o primeiro submarino nuclear brasileiro e a frota convencional com tecnologia francesa começará a ser construída em fevereiro, de acordo com o comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto. Ele pretende lançar nas próximas semanas a pedra fundamental da nova base e do estaleiro, que ficarão no município de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, ao sul da capital fluminense.

“É coisa para agora. Lançamos a pedra fundamental e começamos as obras. A duração está em torno de três anos para a construção da base e do estaleiro”, estimou o comandante, durante lançamento do evento Grandes Veleiros Rio 2010, uma regata internacional envolvendo embarcações de maior porte, que ficarão ancoradas e abertas ao público no Píer Mauá, a partir de amanhã.

Segundo o almirante, serão construídos quatro submarinos convencionais até 2016, com a conclusão do submarino nuclear prevista para 2020. O orçamento total da Marinha para este ano é de R$ 4,3 bilhões, sendo R$ 2,3 bilhões para os submarinos e R$ 2 bilhões para investimentos e manutenção da força.

Otimista, o comandante disse não acreditar em contingenciamento de verbas. “O governo acabou de liberar a primeira parcela dos recursos para isso. Vamos conseguir conduzir bem nosso programa dos submarinos. É um programa de Estado e uma parceria estratégica assinada entre dois países”, declarou.

Fonte: Agência Brasil

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:49 pm

Publicado por el forista Wuriburu el 07/02/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

La Armada brasileña adquiere cañones a ST Kinetics por 20,9 millones de dólares.

05/02/2010

(Infodefensa.com) Brasilia - La Armada brasileña ha adquirido cinco unidades de cañones navales L70 de 40 mm a la división de sistemas de armas de la compañía singapurense ST Engineering, ST Kinetics, por un valor de 29,4 millones de dólares. Incluye, asimismo, el apoyo logístico integrado y repuestos. Los cañones serán instalados en los nuevos buques de patrulla de 500 toneladas recientemente pedidos a los astilleros EISA, del grupo Synergy.

El contrato, firmado por la Marina de Brasil y la empresa Allied Ordnance of Singapore Ltd, subsidiaria de ST Kinetics, prevé la entrega de los primeros cañones en el último trimestre de 2011 para que finalice su recepción a finales de 2013.

Este es el segundo contrato firmado entre esta empresa y la Armada brasileña. Dos unidades de los mismos cañones navales fueron adquiridas en 2007 para los dos primeros patrulleros, construidos en este caso en los astilleros de INACE, en Ceará. La entrega de la primera arma se lleva a cabo actualmente, informó la empresa. Los dos contratos fueron ganados por ST Kinetics en competición internacional.

El sistema L70 NADM330 de 40 mm es un cañón naval con un sistema de puntería electrónico que permite una rápida y efectiva fijación de objetivos. Su sistema de baterías concede la posibilidad de activación inmediata y cuenta con 101 municiones en un compartimento dual para su rápida operativa. Cuenta con sistema para que el jefe de pieza pueda elegir inmediatamente entre dos tipos distintos de municiones.

"El segundo pedido por parte de la Marina de Brasil a ST Kinetics obtenido en una competición fue fuerte refleja la confianza en la calidad y prestaciones de nuestra solución. Estamos encantados de este segundo contrato y estamos seguros de que cumpliremos con las expectativas de la Armada brasileña", declaró el presidente de ST Kinetics, Chee Jhuen.

Singapore Technologies Kinetics (ST Kinetics) es una de las compañías líderes de Asia en el sector de la defensa y los vehículos especiales, con una potente cartera de productos y servicios para la defensa, la seguridad nacional y los mercados comerciales. En sus actividades se incluyen el diseño y desarrollo, la integración de sistemas, la producción, las operaciones, el soporte y la gestión del ciclo de vida de una amplia gama de equipos de sistemas de defensa terrestre especializados y vehículos especiales.
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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:51 pm

Publicado por el forista Sankor888 el 09/02/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Brasil dedicará 27 buques nuevos al patrullado y control de la pesca.

Ministerio de Pesca y Acuicultura de Brasil planea invertir el equivalente a U$S 17.000.000 para optimizar las tareas de patrullaje en 2010. Es optimista respecto del potencial de pesca de Brasil. El Ministro de Pesca Altemir Gregolin dio a conocer que en 2009 fueron incorporados cuatro buques nuevos a las aguas patrulladas de los estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceara y Para y otras 23 unidades deberían ser incorporadas durante los próximos meses. De esas 23 unidades, 9 se están construyendo y las restantes serán compradas.

Altemir Gregolin confirmó que el incremento del patrullaje es otra fase del fortalecimiento en el manejo de la pesca en Brasil, cuya cima se alcanzó el año pasado al ser la Secretaría Especial de Acuicultura y Pesca transformada en Ministerio. Durante 2009 se promulgó una nueva ley de pesca, que vino a reemplazar la que databa de 1967. Gregolin señaló que el PBI proveniente del sector pesquero en Brasil, que incluye la pesca tradicional y la acuicultura, alcanza los U$S2.660 millones anuales. Las capturas de pesca están por sobre el millón de toneladas y el sector, aún mayormente costero o artesano, emplea a 3.5 millones de personas.

El Ministerio de Pesca estima que el sector pesquero posee un potencial de producción de alrededor de 20 millones de toneladas anuales pero como aún les falta patrullaje y manejo, son necesarias mayores inversiones en infraestructura, como por ejemplo terminales pesqueras y plantas congeladoras. También destacó que los buenos resultados se obtienen a menudo a través de medidas simples, citando como ejemplo a la sardina. En los años 70, las capturas anuales de sardinas en Brasil llegaban a las 220.000 toneladas pero este número cayó drásticamente a 17.000 toneladas debido a la falta de monitoreo. « Debemos monitorear la situación muy de cerca: no podemos ser descuidados. De suceder esto, nuestros recursos naturales se verían sencillamente exhaustos”, advirtió Gregolin durante una entrevista con la revista Portos e Navios.

Pero en 2003, la Secretaría de Pesca, el Ministerio de Medioambiente y el Instituto de Ambiente y Recursos Naturales Renovables de Brasil aunaron esfuerzos y extendieron el período de prohibición de 4 a 6 meses, lo que arrojó rápidos signos de recuperación. El año pasado la captura de sardinas en Brasil alcanzó las 100.000 toneladas.





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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 8:57 pm

Publicado por el forista Lobito el 08/03/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

La Armada de Brasil adquiere misiles anticarro MSS 1.2 a Mectron.

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La Armada de Brasil ha adquirido a la empresa Mectron un lote de misiles anticarro MSS 1.2 por 21,7 millones de reales (unos 12,1 millones de dólares) en una adjudicación negociada sin publicidad. Este es el segundo contrato de este tipo, ya que el Ejército de Tierra brasileño ya adquirió otro lote el año pasado por 25 millones de reales (14 millones de dólares). Según el diario Oficial de la Unión, la Dirección de Sistemas de Armadas de la Marina de Brasil adquirió en octubre un número indeterminado de sistemas MSS 1.2 AC, el mismo modelo que compró en noviembre de 2008 el Ejército Brasileño (EB) aunque en este caso en mayores cantidades. Según algunos expertos, el precio de una unidad de tiro y un misil podría rondar los 30.000 dólares. La Marina de Brasil cuenta actualmente con misiles BILL 2 operados por su Infantería de Marina. Fabricados por Suecia, estos misiles superarán su vida útil en tres años. El MSS 1.2 es un sistema de arma antitanque -puesto de tiro y misil- desarrollado por la empresa brasileña Mectron para el combate a medianas distancias. Es un sistema liviano, que puede ser instalado y retirado de posición de forma rápida y fácil. Tiene un alcance máximo de 3 kilómetros y puede ser disparado contra objetivos a 500 metros. El lanzador cuenta con ópticas de 7x para la puntería y tiene un peso de 27.8 kg. El misil tiene 130 mm de calibre, peso de 24.1 kg y una vida útil de 10 años.

Su desarrollo comenzó en 1986 con ayuda italiana pero más tarde fue cancelado. En 1998 Mectron reinició el desarrollo el cual fue finalizado en el año 2007. El misil MSS 1.2 utiliza una técnica denominada beam-rider (seguidor de haz), en la cual el misil es guiado en dirección al blanco por un láser proyectado en el espacio por la unidad de tiro. Para tanto, esta unidad posee dos sistemas ópticos: la óptica de apunte, a través de la cual el tirador realiza la mira y cuya configuración es semejante a la de un periscopio, y la óptica de láser, cuya función es proyectar en el espacio un rayo láser modulado, que guía el misil al largo de toda su trayectoria.La larga historia del programa MSS 1.2AC se remonta a 1986 cuando el Ejército Brasileño convoca un concurso internacional para sustituir los misiles AT Cobra con un misil de nueva generación que debía ser fabricado en Brasil. Al final, se concede el contrato a la empresa italiana Oto-Melara por considerar como mejor su propuesta MAF (Missile Anti-carro della Fanteria) que contemplaba el desarrollo en dos versiones, una de infantería (alcance 2,5 km) y otra para helicópteros (4,5 km).

El MAF hasta entonces era un desarrollo privado de varías empresas italianas, además de la Oto-Melara también participaban Galileo (Sistema de Guiado), Breda (Unidad de tiro) y SNIA-BPD (Motor-Cohete y Ojiva). Brasil entró como socio para la finalización y producción del MAF. El acuerdo también preveía que Engesa sería responsable por la comercialización del MSS 1.2 en América Latina y Caribe. Como el interés del EB era sólo para un misil de infantería, el MAF fue renombrado como MSS 1.2 AC (Misil Suelo-Suelo 1.2 Anti-Coche). Posteriormente y por dificultades económicas, el Gobierno italiano decidió escoger el TOW-2 para armar los helicópteros Mangusta y el Milán para las tropas de infantería, y quedó cancelado el programa MAF de Oto-Melara. Ante esta circunstancia, el desarrollo en Brasil quedó bajo responsabilidad de Engemíssil (subsidiaria la Engesa que también desarrollaba misiles balísticos) y SCT (Secretaría de Ciencia y Tecnología)/CTEx (Centro Tecnológico del Ejército). En 1987, el proyecto fue traspasado a la empresa Órbita, una compañía formada por Engesa y Embraer, y comenzaron los primeros ensayos. Sin embargo, la crisis económica ralentizó los trabajos y forzó que Órbita fuera absorbida por el CTEX.

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En 1991, la empresa Mectron, que había constituida ese año, recibió el contrato para el desarrollo el desarrollo del simulador del MSS 1.2. En 1993, el EB decidió terminar el contrato con Oto-Melara y quedarse con todos los derechos sobre el MSS 1.2 AC, así como una unidad de tiro y diez misiles. Tras varias modificaciones y mejoras, EB encargó a Mectron en 1994 la fabricación de una serie de 40 misiles pero los técnicos brasileños deciden rediseñar el producto por estimar que se había quedado obsoleto tanto en diseño como en tecnología. Finalmente, en 2002, se iniciaron las pruebas reales con el nuevo misil y aún se necesitaron tres años hasta que el Ejército Brasileño firmara un primer contrato para la primera pre serie de misiles que fueron homologados a principios de 2006. En pruebas realizadas por el Ejército, el misil fue capaz de alcanzar precisión de 50 cm para un blanco a 2000m, en desfile transversal a 50 km/h. Para blancos parados, el alcance llega la 3000m, con precisión inferior a 30 cm.

Creada en febrero de 1991 en la Ciudad de São José dos Campos, Mectron es producto de un grupo de ingenieros de empresas e instituciones de tecnología del sector aeroespacial que factura más de 20 millones de dólares en 2007. Actualmente es proveedor de referencia de las Fuerzas Armadas brasileñas y en el exterior. El primer programa de importancia lo firmó con la Marina Brasileña en el marco del programa ModFrag (Programa de Modernización de las Fragatas Niteróis) y, concretamente, para definir los requisitos de sistemas antiaéreos de estos buques. A fin de seleccionar la mejor configuración, desarrolló un software capaz de representar con realismo el escenario de combate y todas las variantes probables, desde la detección de los blancos hasta la neutralización de la amenaza.

En diciembre de 1993, la Fuerza Aérea Brasileña le encargo el diseño del misil aire-aire de corto alcance Piraña (MAA 1). Su sistema de detección de blanco opera a través de radiación infrarroja emitida por el blanco (salida del turborreactor o calentamiento cinético de la estructura) lo que posibilita el empleo "fire and forget" (dispare y olvide). Posteriormente, desarrollo otro misil más moderno, el MAA 1-B, considerado de cuarta generación intermedio capaz de discriminación entre blancos y bengalas. En 1997, Mectron ganó un concurso oficial para el desarrollo el misil AT MSS 1.2 y su unidad de tiro. Posteriormente, también desarrolló su simulador de tiro. En marzo de 2000, fue contratada para el desarrollo y fabricación del radar SCP-01 para los aviones AMX y más tarde para la modernización de los misiles SideWinder AIM-9H adquiridos por Brasil a Kuwait y que estaban fuera del plazo de validez. Más recientemente, en febrero de 2008, la empresa vendió cien misiles MAR-1 a Pakistán por 108 millones de dólares con apoyo del Ministerio de Defensa.

Fuente:Desarrollo y Defensa.

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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 9:00 pm

Publicado por el forista Lobito el 30/03/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

La Marina adquiere un lote de Patrulleras Oceánicas.

La Marina de Brasil (MB) prevé adquirir un primer lote de cinco NaPaOc (Navío Patrulla Oceánicos) de, aproximadamente, 1.800 toneladas de desplazamiento. El total de navíos podría llegar a las doce unidades. Este programa, dirigido por la DEN (Diretoria de Engenharia Naval) integra el plan de modernización conocido por PEAMB (Plano de Equipamento Articulação da Marinha do Brasil). A la petición de información respondieron ocho empresas de siete países, entre ellas la francesa DCNS, las alemanas Fr. Fassmer y TKMS Blohm+Voss Nordseewerke, la surcoreana Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering, la holandesa Damen Schelde Naval Shipbuilding, la británica BVT Surface Fleet (ahora BAE Systems Surface Ships), la italiana Fincantieri-Cantieri Navali Italiani y la española Navantia.

DCNS presentó su familia Gowind en sus versions Control, Combat, Action y Presence, de entre 1.000 y 2.500 ton.eladas y de 85 a 105 mts de eslora, que podrían ser construidos en Itaguaí Construções Navais. Fr. Fassmer apuesta por su OPV80, de unas 1.800 toneladas y 80 metros, del que ASMAR (Astilleros y Maestranzas de la Armada) ha fabricado dos para la Armada de Chile, conocidos como patrulleros de zona marítima (OPV-81 Piloto Pardo y OPV-82 Comandante Toro) de 1.728 toneladas, de los que pretende comprar otros dos. Argentina y Colombia han optado por este diseño: en 2010 se iniciarán los cuatro POM (Patrullero Oceánico Multipropósito) de la primera y la segunda encargó un PAM (Patrullero de Alta Mar) y está en negociación para un segundo. Los brasileños serían similares a los chilenos, pero con sistemas de armas diferentes, y se harían en asociación con Estaleiro Mauá y TKMS Blohm + Voss Nordseewerke, propiedad de TKMS (ThyssenKrupp Marine Systems). Por otro lado Navantia ofrece uno inspirado en el BVL (Buque de Vigilancia del Litoral), contrato en cuatro unidades por la ANBV (Armada Nacional Bolivariana de Venezuela) y denominados GC-21 ANBV Guaicamacuto, GC-22 ANBV Yaviré, GC-23 ANBV Naiguatá y GC-24 ANBV Tamanaco, este último localmente construido por Diques y Astilleros Nacionales CA (DIANCA). La empresa adelantó que propondría el modelo Avante 1800.

Se desconocen las propuestas de las otras, que en el caso de la holandesa podría inspirarse en la clase Holland, la italiana en la Sirio (dos construidos para su Marina) o una versión ligera de las corbetas MOSAIC; y la británica con una versión del C3 OCPV (Ocean Capable Patrol Vessel). La Marina Brasileña preveé firmar el contrato a finales de este año o principios de 2011, iniciando las entregas en 2014, teniendo que adaptarse el ganador a sus requisitos y producirlos en el país en asociación con alguna firma local, potenciando así la Base Industrial de Defensa (BID). Esta flota se empleará para patrullar sus águas jurisdiccionales o la ZEE (Zona Económica Exclusiva) y en operaciones de búsqueda y salvamento.

Fuente: Foro Mil.




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Re: Armada de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 03, 2014 9:03 pm

Publicado por el forista Lobito el 06/06/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Ayudado por Francia, Brasil ya desarrolla su submarino nuclear.

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Entraría en funcionamiento a partir de 2021 y es la "joya" del plan de defensa de Lula. Convencido de su nuevo papel en el mundo como potencia emergente, Brasil ha multiplicado su capacidad defensiva en los últimos tiempos. El ambicioso Plan de Defensa Nacional, presentado con bombos y platillos en septiembre pasado, rescató un viejo sueño del gigante sudamericano: la construcción de un submarino nuclear. Un sueño que, si se cumplen los plazos, se hará realidad a partir de 2021.Con un presupuesto de más de 8000 millones de dólares, el proyecto del submarino nuclear tomó forma en el marco del millonario convenio militar suscripto en septiembre entre Brasil y Francia. El gobierno de Luiz Inacio Lula da Silva eligió a París como socio militar preferente por la transferencia de tecnología que le ofrecían los franceses, frente a otros candidatos, como Rusia, más reacios a conceder esa transferencia de tecnología militar. El convenio firmado con Francia, cuyo monto total supera los 12.000 millones de dólares, incluye la compra de cuatro submarinos convencionales Scorpène y 50 helicópteros de transporte EC-725.

La colaboración francesa se centrará en la parte no nuclear del submarino (la fabricación del casco), dado que Brasil cuenta ya con la tecnología suficiente para desarrollar el ciclo completo del enriquecimiento de uranio. Hace dos semanas, el responsable del programa de propulsión nuclear de la marina brasileña, André Luis Ferreira, anunció que el país estará preparado este mismo año para desarrollar ese ciclo completo, desde la extracción del mineral radiactivo hasta la fabricación final del combustible en grandes proporciones, por lo que el suministro para el submarino nuclear está así garantizado. Las autoridades brasileñas estiman que el submarino nuclear, cuya construcción comenzaría en torno a 2015, podría entrar en funcionamiento entre 2021 y 2022. Según el ministro de Defensa, Nelson Jobim, la apuesta militar del país es meramente "disuasiva". Uno de los argumentos del gobierno para la construcción del submarino nuclear se apoya en la protección de las grandes reservas de petróleo descubiertas recientemente en aguas muy profundas del Atlántico (conocidas como campos presal). Según las primeras estimaciones, se trata de un "tesoro" energético de unos 50.000 millones de barriles de crudo.

Algunos expertos brasileños en asuntos militares, como Roberto Godoy, consideran que esa ingente inversión militar del gobierno de Lula otorgará al país "el mayor poder de fuego naval de América latina". Sea o no solamente una estrategia "disuasiva", lo cierto es que esa apuesta ha situado a Brasilia a la cabeza del gasto militar en América latina en 2009, según el informe del Instituto Internacional de Estudios para la Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado esta semana.Brasilia comprometió más de 27.000 millones de dólares en armamento el año pasado, un 16% más que el año anterior, por delante de Colombia (10.000 millones) y de Chile (5600 millones). Estos dos países, sin embargo, dedican todavía un mayor porcentaje de su PBI que Brasil al gasto militar. La Argentina figura en sexto lugar en la región, con un gasto en 2009 de 2600 millones de dólares, un 6,5% por debajo de lo que invirtió un año antes. El repunte en el gasto de países como Brasil, Colombia o Ecuador (Venezuela lo redujo un 25%) provocó un preocupante aumento de la inversión militar en América del Sur del 7,6%.

Fuente:Desarrollo y Defensa.


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