Ejército de Brasil

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Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Dic 09, 2013 4:06 pm

Imágenes de la Infantería de la Selva del Ejército Brasilero.

Acá van algunas imágenes de tropas de Infantería de la Selva del Ejército Brasilero, una de las mejores entrenadas del mundo para esta especialidad.

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Dic 09, 2013 4:09 pm

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por archy el Lun Ene 06, 2014 11:58 pm

Brasil compra sistemas antiaéreos Shorad para proteger el Mundial de Fútbol


03/01/2014 - (Infodefensa.com) São Paulo –

Confirmada la compra por parte del Ejército Brasileño del sistema de artillería antiaérea V/Shorad Saab/Bofors Dynamics AB RBS-70 Mk2 Bolide. El Boletín del Ejército menciona la adquisición de una unidad –compuesta por una estación de tiro, misiles y equipos asociados– para pruebas.

El documento especifica la compra aislada por un valor de casi 4,5 millones de reales brasileños (en torno a 1,9 millones de dólares). En él también se apunta que la adquisición de este sistema de misiles de defensa aérea de baja altitud (Shorad, por sus siglas en inglés) responde a la necesidad de cubrir el espacio en torno a las áreas deportivas de doce ciudades en las que se desarrollará la Copa Mundial de Fútbol este año. (***).

El RBS-70 Mk2 Bolide cuenta con una capacidad considerada excepcional para salvaguardar una cúpula defensiva sobre los campos de fútbol en un radio de 8 kilómetros y hasta 5.000 metros de altitud, incluso en el caso de darse un posible enfrentamiento armado con un enemigo (terrorista).

Una combinación de armas

La integración de este arma con los Centros de Operaciones de Artillería Antiaérea (COAAAe, por sus siglas en portugués) operando con el radar Bradar Saber-M60 no debe suponer demasiados problemas y el misil, dentro de su rendimiento propio, asegurará la defensa permanente cerrando el círculo de seguridad en el que también operarán los sistema de defensa aérea portátiles RBS-70 y IGLA-S, y el blindado antiaéreo Gepard 1A2, equipado con un cañón de 35 mm más un radar.

Para manejar el RBS-70 Mk2 Bolide es posible formar a operadores capacitados totalmente en un periodo de 90 días.

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(***) NO SERÁ UNA EXCUSA PARA INTENTAR NEUTRALIZAR NUESTRO JUEGO AÉREO??? bounce  bounce  bounce  bounce 

Foto: Saab
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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 10:28 am

Publicado por el forista SiberianSky el 08/09/2006 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

ORBATS del Exercito do Brasil.

Distribución de la unidades tipo brigada del Exército Brasileiro (EB). Notar como se concentran mayormente en la frontera con Argentina y el cordón industrial de Sao Paulo y Rio de Janeiro. El EB esta buscando modificar esta situación que se arrastra desde hace muchas décadas transfiriendo unidades desde el sur hacia la amazonia.
En el cuadro de abajo se muestra que significa cada marca en el mapa a que comando pertenecen y si dependen de algun comando de división (entre paréntesis)

Comando Militar da Amazonia (CMA)
16a Brigada de Infantaria de Selva (CMA)
1a Brigada de Infantaria de Selva (CMA)
23a Brigada de Infantaria de Selva (CMA)
17a Brigada de Infantaria de Selva (CMA)

Comando Militar do Nordeste (CMNE)
7a Brigada de Infantaria de Selva (7 DE, CMNE)
10a Brigada de Infantaria de Selva (7, DE, CMNE)
E 1° Grupamento de Engenharia de Construcao (CMNE)

Comando Militar do Oeste (CMO)
18a Brigada de Infantaria de Fronteira (CMO)
13a Brigada de Infantaria Motorizada (CMO)
4a Brigada de Cavalaria Mecanizada (CMO)
Comando Militar do Planalto (CMP)
3a Brigada de Infantaria Motorizada (CMP)

Comando Militar do Leste (CML)
4a Brigada de Infantaria Motorizada (4 DE, CML)
D 5a Brigada de Cavalaria Blindado (1 DE, CML)
D 9a Brigada de Infantaria Motorizada - Escola (1 DE, CML)
D 2a Brigada de Infantaria Motorizada (1 DE, CML)
D Brigada de Infantaria Para-quedista (CoTer)

Comando Militar do Sudeste (CMSE)
11a Brigada de Infantaria Blindada (2 DE, CMSE)
C 12a Brigada de Infantaria Leve Aeromovel (2 DE, CMSE)
C 1a Brigada de Artilharia de Costa e Antiaerea (CMSE)
C Comando de Aviacao do Exercito (CMSE)

Comando Militar do Sul (CMS)
3a Brigada de Cavalaria Mecanizada (CMS)
6a Brigada de Infantaria Blindada (3 DE, CMS)
2a Brigada de Cavalaria Mecanizada (3 DE, CMS)
1a Brigada de Cavalaria Mecanizada (3 DE, CMS)
5a Brigada de Infantaria Blindada (5 DE, CMS)
14a Brigada de Infantaria Motorizada (5 DE, CMS)
15a Brigada de Infantaria Motorizada (5 DE, CMS)
8a Brigada de Infantaria Motorizada (6 DE, CMS)


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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 10:30 am

Publicado por el forista SiberianSky el 23/08/2007 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Defesanet 13 Agosto 2007 Defesa @ Net
FORIPÁTRIA - FORÇA DE EMPREGO IMEDIATO PARA A DEFESA DA PÁTRIA

Gen Ex CARLOS ALBERTO PINTO SILVA
Comandante Militar do Sul

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A rapidez com que pode se iniciar um conflito e a tendência a sua curta duração têm aumentado a necessidade da existência de um núcleo de forças em um estado tal de aprestamento que permita seu emprego dentro de prazos bem curtos. Para isso, a instrução e o adestramento devem ser mantidos em níveis elevados, e a necessidade de recompletamento das unidades da força de pronto emprego deve ser mínima.

2. PREPARO

O emprego de Organizações Militares (OM) em situação de crise em prazos bem curtos só será possível se houver uma criteriosa preparação durante os períodos de instrução e de adestramento. Os princípios e as medidas contidas no Sistema de Instrução Militar do Exército Brasileiro (SIMEB) deverão ser implementados para que o emprego imediato das tropas possa ocorrer de maneira eficaz.

Especial atenção deve ser dedicada à manutenção do moral da tropa a ser empregada emergencialmente, pois o espírito de corpo será fator essencial para a superação de eventuais deficiências de adestramento e do tempo de preparação.

De igual forma, o apronto operacional de uma OM é fundamental para o seu emprego emergencial. Na fase da instrução, os comandantes em todos os níveis realizam treinamentos do apronto operacional, colocando as suas frações/subunidades em ordem de marcha com os meios existentes. Na fase do adestramento, toda a unidade participa do apronto operacional, sendo intensificados os treinamentos.

O apronto operacional não deve se restringir à preparação do material individual. Em uma unidade mecanizada, por exemplo, inclui: colocação do armamento nas viaturas, montagem dos rádios veiculares, abertura da rede rádio, distribuição de freqüências, estabelecimento de medidas de segurança, regulagem dos aparelhos de pontaria dos canhões, calibragem das metralhadoras, loteamento e embarque da munição, preparação dos trens de estacionamento (cozinhas), inspeção nas viaturas e abastecimento de combustível, organização das colunas de marcha e outras inúmeras medidas que devem ser tomadas.

3. CONCEPÇÃO DE EMPREGO

As tropas da Força Terrestre poderão ser empregadas, emergencialmente, em um ambiente de guerra convencional ou em um quadro de garantia da lei e da ordem. Nesses casos, as OM deslocar-se-ão para a área de operações com os meios de que dispõem ou que puderem ser obtidos em curtíssimo prazo, mantendo a integridade dos regimentos, batalhões e grupos, mesmo com os seus efetivos reduzidos, para manter o moral da tropa e manter o espírito de corpo – fatores mais importantes para o sucesso em um emprego emergencial. As brigadas comporão forças-tarefas, com base nas suas OM, mesmo que reduzidas, de modo a combinar as armas e serviços. Em qualquer circunstância, as OM manterão a sua constituição e a sua identidade.

Permanecerá no aquartelamento um pequeno grupo de militares para realizar a “Mobilização de Emergência da Reserva Selecionada”. Entende-se por “Reserva Selecionada” os reservistas que residem próximo aos aquartelamentos de origem, que participaram da preparação orgânica de suas unidades e foram selecionados por seus comandantes de fração por suas aptidões para o combate (desempenho funcional etc...). Os integrantes da “Reserva Selecionada” que estiverem aprestados serão deslocados para as suas OM.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A idéia de FORIPÁTRIA insere-se no contexto de orientações gerais para o preparo e o emprego das tropas do Comando Militar do Sul, visando à sua destinação constitucional de defesa da Pátria e de garantia da lei e da ordem, em situações emergenciais. Em última análise, tem por propósito manter, em caráter permanente, a tropa em condições de atender a uma situação de emergência, representada por rápida escalada de um conflito.
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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 10:44 am

Publicado por el forista Wuriburu el 14/02/2008 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

DEFESA@NET 11 Fevereiro 2008 Agrale 11 Feveiro 2008

FORÇAS ARMADAS CONCLUEM APROVAÇÃO DAS VIATURAS MILITARES AGRALE MARRUÁ
Homologação resultou na encomenda inicial de 100 unidades

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Caxias do Sul (RS), 11 de fevereiro de 2008 - A família de veículos Agrale Marruá, desenvolvida para aplicações militares, teve concluído, ainda em 2007, o seu processo de homologação e adoção pelo Exército Brasileiro e de testes e padronização pela Marinha do Brasil. Foram quatro anos e mais de 1 milhão de quilômetros percorridos de um extenso trabalho, por parte das equipes de engenharia da montadora e de testes das Forças Armadas, que incluíram engenharia simultânea e adequação a cada aplicação específica, resultando em uma nova família de produtos nacionais para o segmento de defesa.

O desenvolvimento de um veículo para aplicações militares surgiu em 2003, quando a Agrale assumiu o projeto de um jipe para atender aos Requisitos Operacionais Básicos do Exército (ROB). Submetidos aos severos ensaios do Centro de Avaliações do Exército, que resultou na sua homologação e adoção pelo Exército Brasileiro, foram realizados, além da avaliação técnica, diversos testes operacionais em condições extremas, em diferentes locais do território nacional, como a Restinga da Marambaia, o Pantanal Matogrosense, o Jalapão e a área Amazônica.

Segundo Hugo Zattera, presidente da Agrale, o excelente desempenho dos veículos resultou no interesse das Forças Armadas pelo desenvolvimento de diferentes modelos para várias aplicações específicas. Em conseqüência, por serem veículos versáteis, muito robustos, de fácil manutenção e baixo custo operacional, a atual família Agrale Marruá ganhou novas opções sendo hoje constituída de:

- um jipe - VTNE ½ t 4x4 na nomenclatura militar;
- uma picape (VTNE ¾ t 4x4);
- uma viatura de reconhecimento, armada (VTL-Rec);
- uma viatura porta Shelter para Comando e Controle (VTNE ¾ 4x4 – VCC), além de,
- ambulâncias de Simples Remoção e Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

De acordo com Flavio Crosa, diretor de Vendas e Marketing, a aprovação pelas Forças Armadas teve como conseqüência a venda recente de 100 unidades do Agrale Marruá. “Começaremos a entregar os novos veículos a partir de março, primeiro com o fornecimento do modelo tipo jipe. A previsão é concluir o fornecimento até junho próximo”, explicou.

Família Agrale Marruá

A família de veículos Agrale Marruá é produzida na unidade montadora de veículos da empresa, em Caxias do Sul (RS) e fabricado de acordo com as especificações das Forças Armadas. Os modelos Militares Agrale Marruá possuem motorização diesel de 132 cv (Euro II) ou 140 cv (Euro III) e têm PBT de até 3.500 kg, com capacidade de carga entre 500 kg, mais reboque militar de 500 kg, a 750 kg, mais reboque de 750 kg, em qualquer terreno.

Os veículos possuem como diferenciais a elevada robustez, agilidade no campo (atingem velocidade de até 128 km/h, com velocidade mínima controlada de 4 km/h) e grande autonomia, 1.000 km + 200 km (reserva)

Aplicações Civis.

Com o mesmo DNA das viaturas de uso militar - que lhe servem de base - a montadora já está comercializando os veículos da segunda fase de seu projeto Agrale Marruá, desenvolvidos para uso civil em serviços severos como na mineração, manutenção de redes e reflorestamento, entre outros, com excelentes resultados.


DEFESA@NET

Essa decisão abre a possibilidade da concretização da venda para as Forças Armadas Argentinas. O utilitário Marruá já foi testado e aprovado nos testes da IMARA (Infantería de Marina de la Armada Argentina).
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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:01 am

Publicado por el forista Wuriburu el 23/02/2008 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Exército Modernizará a VBTP M-113.

Em reunião no QG do Exército, em Brasília, no dia 20 de Fevereiro, foi dada a partida para o Programa de Modernização da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal M113-B. Estiveram presentes representantes das empresas que atenderam ao Aviso de Consulta Pública, publicado no Diário Oficial do dia 01 de fevereiro de 2008.

A VBTP M113 começou a ser recebida pelo Exército Brasileiro nos anos 60 e completado nos anos 70, através dos programas de ajuda militar do governo americano. Estima-se que estejam em operação no Exército Brasileiro mais de 500 viaturas M113. Na década de 80 os M113 em operação pelo Exército Brasileiro foram modernizados e criou-se o modelo M113-B. Agora será a segunda modernização com mais troca de componentes. Na primeira modernização um estudo do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) detalhou as necessidades e foi contratada a empresa MOTOPEÇAS Transmissões S.A. para a realização das alterações.

No modelo B a maior alteração foi a troca do motor a gasolina de alta octanagem Chrysler (215 HP) pelo nacional a Diesel da Mercedes-Benz OM352A (180HP). A transmissão original Allison foi revisada e mantida adaptando-se as conexões de disco e platô, elétricas e de filtragem. Também foi incorporado um escudo para o atirador da metralhadora .50.

Agora, no que podemos chamar de a "versão C do M113" o Exército fará uma modernização mais profunda, que deverá compreender as substituições do motor, da transmissão, das lagartas, dentre outros subsistemas. O processo está sendo conduzido pelo Departamento de Logística do Exército sob o comando do General Raymundo Nonato de Cerqueira Filho.

Em 2005 foi apresentado um protótipo do M113-T. Porém esse estudo só previa a troca do motor, adotando o MWM-International 607 TCA.

Conforme o edital, deverá ser apresentada até o dia 06 de março documentação pelas empresas que queiram se habilitar ao trabalho de modernização deste veículo blindado. A documentação solicitada cobre: experiência, organização, infra-estrutura, capacitação técnica e situação econômico-financeira.

A linha de produção do M113 ainda está ativa, quase 50 anos após a primeira encomenda (1959), pelo US Army à companhia FMC, de Jan Jose, California. Mais de 80.000 M113, nas mais diferentes versões, foram produzidos, nos Estados Unidos e outros paises. A empresa BAE Systems é a atual produtora do M113 e do seu sucessor o M2/3 Bradley. A estrutura do M113 é feita em uma liga especial de alumínio.

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:02 am

Publicado por el forista IA-37P el 01/06/2008 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

El Brasil moviliza tropas en la zona de la triple frontera.

31/05/2008

El comando de comunicación del Ejército brasileño afirma que se trata de un operativo de combate a delitos comunes y transnacionales como el narcotráfico y el contrabando. A diferencia de las anteriores, esta vez se anuncia prácticas con disparos reales de carros blindados y armas livianas.

Por Wilson Ferreira, Ciudad del Este

Como lo viene realizando hace más de 5 años, el Brasil vuelve a movilizar su ejército que concentrará en las próximas dos semanas una fuerza de 4 mil hombres, equipados con helicópteros y carros blindados. Para este lunes esta previsto el inicio de las operaciones de combate a delitos comunes y transnacionales como el contrabando y el tráfico de drogas.

La movilización militar se extenderá hasta el 10 de junio, tiempo en el cual la presencia del Estado brasileño se intensificará en la frontera con Paraguay, Uruguay y Argentina, dentro de la Operación Frontera Sur 2008. Los preparativos para la tarea se iniciaron este lunes 26. El viernes llegaron los dos primeros helicópteros y se espera el arribo de las fuerzas de tierra.

La acción será similar a la realizada en diciembre del año pasado. Unirá las tropas del Comando Militar del Sur (CMS), la Marina del Brasil y la Fuerza Aérea Brasileña e integrará su ejército a órganos federales y estaduales de seguridad pública y de fiscalización. Entre las acciones a ser adoptadas desde la próxima semana está el combate a los crímenes transnacionales que abarcará de 2,5 kilómetros de fronteras.

"Lo que queremos con la operación es mostrar la presencia del Estado en determinadas áreas y realizar un trabajo conjunto. Combatir ilícitos transnacionales y disminuir la ocurrencia de delitos comunes, tales como asaltos, robos y homicidios. Contamos para eso con el personal de los órganos de seguridad pública", explico el jefe de la Sección de Comunicación Social del Comando Militar Sur, Aurelio da Silva Bolze.

Bolze recordó que el año pasado, desde Guaíra hasta Foz de Yguazú, en tres días de operación fueron verificados 48.390 vehículos; 35 fueron aprehendidos. Se evitó el contrabando de más de 8,9 mil rubros que fueron sacados de circulación, tales como bebidas, cigarrillos, materiales de informática, juguetes entre otros, además de drogas.

A diferencia de la versión anterior, además de los puestos estáticos y móviles, realizarán ejercicios, donde se efectuarán tiros reales, con vehículos de combate, artillería, armamento liviano (fusiles y ametralladoras) y aviación del ejercito que movilizará helicópteros, aeronaves y embarcaciones que patrullarán toda el área de la triple frontera. Además de patrullar y realizar una gran demostración de fuerza y poder de fuego, las operaciones servirán también para el entrenamiento efectivo de aproximadamente diez mil hombres.

Además de reforzar la presencia del estado brasileño en la región fronteriza, Bolze recordó que la operación buscará también fortalecer lazos con los órganos de seguridad pública, que cumple una misión prevista por en la Ley 117/2004, que permite a estos organismos actuar en forma conjunta.

Con la llegada de los primeros contingentes los primeros trabajos podrían ya iniciarse este fin de semana. No obstante, la plenitud del operativo se iniciará este lunes señaló el mayor Andren Darlan Modernel da Silveira, oficial de comunicación social de la 15ª Brigada de Infantería Motorizada con asiento en Foz de Yguazú, Brasil. El comando de las acciones estará a cargo del general José Edito Carvalho Siqueira.

La operación Frontera Sur también destinará una brigada que realizará acciones en el área de la salud, brindando servicio médico-odontológico. Además en algunas localidades serán efectuadas mejoras en los caminos. También se realizará confección de documentos, como la libreta de trabajo e identidad, servicio que también formará parte de las acciones sociales que realizará el ejército con el objetivo de establecer lazos con la población civil de la región.



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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:04 am

Publicado por el forista IA-37P el 01/09/2008 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Los cambios en las FFAA brasileñas: Brasil analiza la incorporación de mujeres al servicio militar.

Por: Eleonora Gosman

01-09-2008

El nuevo plan de Defensa de Brasil contempla la obligatoriedad del servicio militar para las mujeres. El proyecto, que consta en un documento elaborado por los ministros Roberto Mangabeira Unger, de Asuntos Estratégicos, y Nelson Jobim, de Defensa, prevé que el servicio militar deberá ser cumplido por todos los jóvenes aunque con distintas características. Tendrá un componente de trabajo social y otro de entrenamiento básico en las cuestiones bélicas.

El programa, que contiene varios capítulos y será presentado el próximo domingo, día de la Independencia brasileña (el 7 de septiembre de 1822), sostiene que las mujeres son para las Fuerzas Armadas "una fuerza de reserva capaz de ser movilizada en momento de necesidad". En el diseño del nuevo esquema intervino también el comando de las FF.AA.

Según Mangabeira, en Brasil el servicio militar no es realmente obligatorio. Piensa que debería serlo para todos los jóvenes, aunque distingue entre aquellos que satisfarían la carrera específicamente militar, que deberán ser elegidos por sus "cualidades físicas e intelectuales", y aquellos otros que, por sus condiciones, están más aptos para resolver cuestiones tales como colaborar en la construcción de escuelas, de dispensarios o en la de salud.

Mangabeira, en declaraciones al diario O Estado de Sao Paulo, se interrogó: "¿Por qué debemos pensar que la mujer es diferente del hombre?" Y él mismo replicó que muchos Ejércitos del mundo cuentan con mujeres soldados que reciben el mismo tratamiento que los hombres. "Son ciudadanos que deben sacrificarse de igual manera." Uno de los Ejércitos donde la mujer cumple servicio militar es Israel, país que se destaca por la eficiencia de sus Fuerzas Armadas. Según el ministro Mangabeira, un ex profesor universitario en Estados Unidos, el servicio militar tiene un enorme efecto "nivelador" en las distintas clases sociales.

De acuerdo con otros medios periodísticos brasileños, el Plan Estratégico de Defensa que el presidente Lula da Silva recibirá de manos de Mangabeira y Jobim el domingo 7 es por el momento un memorando de intenciones cuyo cumplimiento va a depender en gran medida de con cuánto financiamiento contarán las Fuerzas Armadas. El proyecto prevé también reequipar y crear una industria bélica brasileña a partir de la demanda de las Fuerzas Armadas locales.

Uno de los casos más claros es el de la Marina de Brasil. Hoy sus comandantes discuten cuál sería el socio elegido para concretar esa aventura tecnológica. Francia ya obtuvo un contrato para la entrega de Mirage-2000 y las dos últimas aeronaves comprometidas de un lote de 12 fueron entregadas a Brasil a principios de la semana pasada.

Pero hay, en ese sentido, líneas encontradas. Un sector se vuelca a recibir equipos franceses; otros, en cambio, preferirían el ruso Sukhoi, sobre todo en lo que hace a helicópteros. El ministro Mangabeira llegó a anunciar una "sociedad estratégica" con Rusia, pero todavía no encontró suficiente eco en las instancias de decisión. De cualquier manera, esta semana vendrá una comitiva rusa para explorar la posibilidad de cerrar el negocio de venta de helicópteros.


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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:09 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 13/12/2008 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

El Exército brasileiro adquiere misiles antitanque MSS.1.2

09/11/2008

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El Exército Brasileiro (EB) adquirirá a la empresa brasileña Mectron una preserie de misiles antitanque MSS.1.2 por un importe de R$ 25 millones. Mectron será contratada de forma directa a través del Centro Tecnológico do Exército (CTEx) sin llamar a licitación.

El MSS.1.2 es un misil antitanque de guía laser con un alcance de entre 500 y 2000 metros. El lanzador cuenta con ópticas de 7x para la puntería y tiene un peso de 27.8 kg. El misil tiene 130 mm de calibre, peso de 24.1 kg y una vida útil de 10 años. Su desarrollo comenzó en 1986 con ayuda italiana pero mas tarde fue cancelado. En 1998 Mectron reinició el desarrollo el cual fue finalizado en el año 2007.

El EB dispone como armas antitanque de cañones sin retroceso M-3 Carl Gustav de 84 mm, M-18A1 de 75 mm y M-40A1 de de 106 mm. Dispuso también hasta hace poco tiempo de 18 lanzadores de misiles antitanque Erix de origen francés, los cuales ya no están operativos.

Autor: Christian Villada
Fuente: Diario Oficial de la Union

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:11 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 08/04/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Brasil: Novedades del Programa VBTP-MR.

La revista especializada brasileña Tecnologia & Defensa ha publicado en su página web un detallado artículo sobre las novedades del programa VBTP-MR (Viatura Blindada de Transporte de Pessoal - Média sobre Rodas), donde adelanta además una imagen de la maqueta del mismo que será presentada este mes en la mega exposición LAAD.

De acuerdo a la información publicada, el VBTP-MR básico será destinado al transporte de un grupo de combate del Ejército Brasileño (un sargento mas ocho soldados) con una tripulación de conductor y tirador. Su peso en orden de combate será de 16,7 toneladas, lo que (combinado con su tamaño), permitirá transportarlo en un avión C-130 Hércules. La propulsión será provista por un motor IVECO modelo Cursor 9, con una potencia máxima de 383 CV a 2.100 rpm. Este motor será producido en Brasil por FIAT Power Train como substituto de los actuales motores Cursor 8 y 10. Con regulación electrónica el Cursor 9 podrá llegar a dar 440 CV, y con tal potencia será empleado en los VBTP-MR 8X8. La velocidad máxima será 100 km/h, y la mínima será de 3,5 km/h.

Una característica importante del proyecto es la capacidad anfibia, con una velocidad en el agua del orden de los 9 km/h. Los ejemplares dotados con cañón de 30 mm pesarán 1,5 toneladas más, por lo que la flotación será conseguida con la adición de flotadores modulares laterales de aluminio rellenos con espuma de polímero autosellante.

La protección balística será acorde a la norma STANAG 4569, aunque no aclara que a nivel de esta norma. A su vez el diseño incluirá aspectos geométricos para atenuar explosiones de minas.

Sobre las opciones de armas, éstas irán desde una ametralladora externa, operada manualmente, calibre 7,62mm o 12.7mm o lanza-granadas automático de 40mm, hasta un cañón de 30 mm en una torre a control remoto ELBIT. Opciones intermedias podrían añadirse en el futuro.

Las versiones previstas hasta el momento serían VBTP básico (Transporte de Personal), VBCI con torre de 30mm (Vehículo de Combate de Infantería), VBE/PC (puesto de comando), VBE/Mort (porta-mortero de 81mm o 120mm), VBE/CDT (dirección de tiro); VBE/Comunicaciones/Comando y Control; VBE/Oficina; VBE/Socorro (Recuperación) y VBTE/Ambulancia. Probablemente los modelos de recuperación (socorro) y VBCI serán versiones 8X8.


Fuente: [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:20 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 05/07/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Fusil de asalto Tavor brasileño.

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La Forjas Taurus acertó una asociación con Israel Weapon Industries (IWI), fabricante de las submetralhadoras Uzi, para producir en Rio Grande do Sul un nuevo modelo de fusil de asalto destinado a las Fuerzas Armadas. La formalización del acuerdo depende de la homologación, por el Ejército brasileño, del Tavor, nombre de la arma desarrollada por la israelí, dijo el vicepresidente de Taurus, Jorge Py Velloso.

La expectativa de Velloso es que el Ejército autorice todavía en abril el inicio de los tests, que deberán durar seis meses en el campo de pruebas de Marambaia, en Rio de Janeiro. Si el producto fuere aprobado, las dos empresas van a invertir US$ 22 millones en una línea de producción específica en la fábrica de Taurus en Son Leopoldo (RS). El ejecutivo explicó que la intención es constituir una nueva empresa, con 50% del control para cada uno.

La nueva fábrica empezará a operar en un plazo de dos años tras la homologación y va a exigir la contratación de 80 personas. El volumen estimado de producción no fue informado, pero la idea es también exportar el Tavor para otros países de América del Sur, dijo Velloso. Conforme el vicepresidente, el Tavor es un lanzamiento reciente de la IWI y empieza a substituir los fusiles americanos M-16 usados por el Ejército israelí. Fabricado con polímero, el modelo es más ligero y más corto que otras armas similares.

Más conocida como fabricante de pistolas y revólveres, Taurus va a presentar el nuevo fusil en la feria Latin America Aerospace & Defense (Laad), que empieza hoy en Rio de Janeiro. La empresa va a mostrar también la nueva submetralladora MT9, con calibre nueve milímetros, desarrollada en sociedad con la chilena Famae. Según Velloso, la submetralladora, que será producida en Rio Grande do Sul, es más adecuada para uso de Marina y de la Aeronáutica y también podrá ser exportada. Taurus ya fabrica un producto similar en sociedad con la Famae (modelo .40, que usa proyectiles de diez milímetros de diámetro), destinado a las policias civiles y militares y que responde por cerca de 5% de las ventas totales de armas de la empresa.

La nueva línea de productos debe ayudar a consolidar la participación del segmento de armas alrededor de 60% de la receta líquida consolidada de Taurus, que produce todavía cascos para motociclistas, máquinas industriales, forjados, contenedores en plástico y herramientas. El año pasado, las armas respondieron por R$ 355,3 millones de la receta líquida consolidada del grupo, de R$ 599,2 millones. Hasta el fin del año, Taurus va a invertir de R$ 8 millones a R$9 millones para producir un revólver que utilizará munición de caza y hasta US$ 4 millones en la subsidiaria en Miami (EE UU) para fabricar una pistola calibre .380. Los dos modelos serán destinados al mercado americano. Conforme Velloso, los proyectos van a exigir la contratación de 500 personas. El grupo emplea más de 5 mil operarios.

Fuente: Desarrollo y Defensa


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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:22 am

Publicado por el forista Wuriburu el 16/08/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

BRASIL: Ejército Lanza Programa de Modernización y Expansión.

El ejército brasileño está lanzando un programa de desarrollo orientado a modernizar y potenciar sus fuerzas en el periodo comprendido entre los años 2009 y 2030, de acuerdo a los lineamientos y pautas que fija la nueva Estrategia de Defensa Nacional elaborada por el gobierno del Presidente Lula da Silva, que fue aprobada en Diciembre del 2008. El desarrollo del plan demandará una inversión en torno a los USD 74 mil millones.

El plan, denominado “Brazo Fuerte” está integrado por dos proyectos principales, “Articulación” y “Equipamiento”, que a su vez se componen de dos programas cada uno. El primer proyecto está conformado por los programas “Amazonía Protegida” y “Sentinela de la Patria”, en tanto que el segundo es integrado por los programas “Movilidad Estratégica” y “Combatiente Brasileño” (COBRA).

El Proyecto “Articulación” apunta a mejorar la vigilancia de las fronteras y a reforzar la presencia militar en la zona del Amazonas, además de reorganizar unidades basadas fuera de esa área, dejándolas en condiciones de desplegarse en el Amazonas si ello es necesario. Lo último considera la creación de una brigada de infantería ligera en Rio de Janeiro, una brigada de infantería de jungla en Manaus, la reubicación de una brigada aerotransportada en Anapolis, además del reforzamiento de la infraestructura logística en el Amazonas. El proyecto prevé una expansión de fuerzas con 59 mil efectivos, de los cuales 22 mil estarán basados en la región del Amazonas.

El segundo proyecto “Equipamiento” incluye el programa “Movilidad Estratégica, que considera la adquisición de equipamiento mayor para incrementar la disuasión mediante una mayor flexibilidad, modularidad e interoperabilidad de las fuerzas terrestres. Bajo el mismo proyecto, el programa COBRA apunta a la adquisición de nuevo transporte blindado de personal sobre ruedas 6x6 VBTP-MR, que está siendo desarrollado localmente por IVECO do Brasil. El VBTP-MR será la base de una familia de blindados todo terreno que incluirá 17 variantes, además de la compra de radares de vigilancia, sistemas de arma antitanque, sistemas de mando y control, de guerra electrónica, morteros y otros medios de apoyo de fuego, sistemas de defensa antiaérea e implementos para visión nocturna. La adquisición de todo este material debe involucrar un grado de participación en su manufactura de la industria local.

En el marco de COBRA, el ejército brasileño está desarrollando avanzadas negociaciones para la compra de una primera partida de cuatro helicópteros de ataque MIL Mi-35M (OTAN “Hind”) de manufactura rusa. También se están comprando 250 tanques Leopard 1 A5 de segunda mano en Alemania, junto con un número de vehículos especiales de apoyo como recuperadores Bergepanzer, lanza-puentes Brukenpanzer y blindados para ingenieros de combate Pionierpanzer.

Tras la cancelación de un proyecto para modernizar los transportes blindados M113, se está considerando la compra de un vehículo de combate de infantería como el Marder 1 A3, disponible de segunda mano en Alemania; o el Bradley M2/M3 estadounidense.

Fuente: Enfoque Estratégico

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:24 am

Publicado por el forista Mapinguari el 06/09/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Programa VBTP-MR: O Exército Brasileiro toma uma decisão importante.

Por Reginaldo Bacchi

Durante muitos anos, os veículos Urutu e Cascavel, produzidos pela ENGESA, vêm prestando excelentes serviços nas unidades de reconhecimento do Exército Brasileiro (EB). Todavia, a necessidade de sua substituição já se faz sentir há algum tempo, pois se tratam de veículos projetados nos anos de 1970, e hoje, obsoletos.

Além da antiguidade, esses dois carros sofriam, do ponto de vista de produção, o fato de que foram idealizados em momentos diferentes, para usuários distintos: o Cascavel para o EB, e o Urutu para o Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). Isso levou a veículos com um índice de comunalidade baixo, já que os únicos componentes iguais dos dois são a suspensão traseira (bumerangue), o motor e a transmissão.

Dessa forma, seria de suma importância que os seus substitutos fossem projetados, desde o início, como uma família, com a maior quantidade possível de itens comuns, como é a linhagem Stryker do Exército dos Estados Unidos (US Army).

O EB, evidentemente, levou isso em consideração e, ao emitir seu Requisitos Operacionais Básicos (ROB) nº 09/99, em que definiu a sua viatura blindada de transporte de pessoal média sobre rodas (VBTP-MR 6X6), especificou também uma série de versões derivadas: comunicações, Comando e Controle, socorro mecânico, porta morteiro de 120 mm, ambulância, posto de comando, direção de tiro, oficina e, em versão 8X8, as viaturas de combate de fuzileiros (VBCI) e de reconhecimento.

Deve-se notar que a Lei 8666/93 no artigo 24, inciso 26, permite ao Exército, para os casos que envolvam cumulativamente, alta complexidade tecnológica e Defesa Nacional, fazer a escolha do fornecedor sem necessidade de uma concorrência.

Atenta à excepcional importância deste programa e à complexidade do mesmo, a instituição, mesmo podendo dispensar a licitação, seguir os trâmites de uma concorrência, com os seguintes requisitos:

• Orçamento – valor, consistência, cronograma de desembolso;
• Risco na escolha do parceiro – histórico econômico e técnico do parceiro ao longo do tempo;
• Logística; e
• Desenvolvimento científico-tecnológico – capacidade de transferência de tecnologia.

Logo depois, começou o processo de seleção de uma empresa capaz de trabalhar com a Força no projeto dessa nova família e que culminou, em 9 de agosto 2007, com a seleção da FIAT Automóveis S.A.- Divisão IVECO, com a qual foi assinado um contrato em 22 de dezembro daquele ano. Posteriormente, a razão social da empresa foi modificada para IVECO Latin America Ltda. Tudo indica que a IVECO foi uma excelente escolha, pois na Itália é a projetista e produtora de veículos blindados sobre rodas e co-participante, com a OTO-Melara, nos veículos sobre lagartas Aríete (carro de combate) e Dardo (VBTP) do Exército Italiano.

Os produtos militares da IVECO.

O primeiro projeto italiano de um veículo blindado depois da Segunda Guerra Mundial foi de responsabilidade da FIAT. Era o blindado Tipo 6616, um 4X4 de oito toneladas, dotado de um canhão de 20mm. O protótipo ficou pronto em 1972, sendo sua produção (cerca de 300 carros) fornecida à Itália, Peru, Somália e outros.

Em seguida veio um VBTP, o Tipo 6614, também um 4X4 de 8,5 toneladas, com capacidade de transporte de 11 soldados. Foram produzidos 1.160 unidades vendias para a Itália, Argentina, Coréia do Sul (produção local), Peru, Somália, Tunísia e Venezuela.

Em 1985, surgiu a IVECO (Industrial Vehicles Corporation), integrando a FIAT Veicoli Industriali S.p.A., a Unic (França) e a Magirus Deutz AG (Alemanha).

No começo dos anos de 1980, em função de requisitos do Exército Italiano, a IVECO estabeleceu um programa de longo prazo que consistia dos VBTP 6634G AVL (em versões 4X4 e 6X6), 6633 AVM (4X4), 6636 AVH (6X6, com canhão de 90mm), e 6638G (8X8, com canhão de 105mm). O 6634 foi adotado na Itália tanto no modelo 4X4 (5,5 toneladas e sete ocupantes, num total de 300), como na 6X6 (7,5 toneladas e nove ocupantes, num total de 240), recebendo o nome de Puma.

O 6638G, que se tornou conhecido como Centauro, teve seu protótipo completado em janeiro de 1987, entrando em produção em 1989. Ele é equipado com um possante canhão de 105mm, da série L7/M68, sendo que foi o primeiro veículo blindado sobre rodas a receber um armamento deste tipo. Possui um peso de 25 toneladas e sua tripulação é de quatro militares. Até agora, foram fabricados 400 carros para o Exército Italiano e 84 para o Exército da Espanha. O último lote de produção do Centauro (150 exemplares) apresentou uma modificação no sentido de se alongar 22 centímetros, os quais, somados ao espaço anteriormente existente, permite o transporte de quatro soldados. Aliás, todos os carros vendidos à Espanha são deste tipo. Atualmente, o Centauro está sendo oferecido no mercado com um canhão de 120mm.

Em 1996, foi apresentado o VBTP derivado do Centauro, com peso de 24 toneladas, canhão de 25mm, podendo transportar nove soldados.

O mais recente desenvolvimento da IVECO é o LMV (M 65E19 WM 4X4). Trata-se de um VBTP leve, com sete toneladas de peso e tripulação de quatro militares, destinado a emprego em funções de comando, reconhecimento e ligação, sendo que o Exército Italiano já fez um pedido de 1.210 carros à IVECO, sob o nome de Lince. Em termos de exportação, foram contratados 440 para a Bélgica, 60 para a Noruega e 40 para a Espanha. E, em T&D nº 103, a revista falou da participação do LMV italiano em uma concorrência para o Exército Britânico, a FCLV ( Future Command and Liaison Vehicle), que também acabou sendo vencida pelo Lince. Batizado de Panther em terras de Sua Majestade, terá 401 unidades construídas pela BAE Systems.

No momento, o LMV é um dos postulantes ao programa GFF (Geschützt Führungs-und-Funktionsfahrzeuge), da Alemanha, na classe 2 (veículos com capacidade de carga de 1 a 2 toneladas, capazes de serem helitransportados por CH-53 G), junto com a Rheinmetall Landsysteme, com o nome de Caracal.

Programa VBTP-MR

Mas, voltando ao Brasil, uma das primeiras ações ao se concretizar a parceria entre o EB e a IVECO, foi a de se definir as responsabilidades. Ao EB coube o gerenciamento total do programa, a formulação conceitual do veículo e da família de blindados médios de rodas (com o estabelecimento de suas condicionantes e requisitos, além do projeto básico do VBTP-MR), planejamento e controle e a realização dos testes do protótipo, incluindo as avaliações técnica e operacional.

Outra área importante a cargo do EB é a do desenvolvimento das blindagens estrutural e adicionais (add-on e spall liner) a ser empregada, que em função de posteriores estudos levaram à escolha, para a execução do projeto, do mesmo instituto que atua em parceria com a IVECO.

A IVECO estará encarregada do projeto específico (desde os desenhos iniciais até o detalhamento final), fabricação do protótipo (da construção da maquete em tamanho natural aos testes de Engenharia), acompanhamento dos testes e eventuais correções de problemas que venham a aparecer, fabricação do lote piloto de 16 carros e, neste mesmo período, preparação da documentação técnica, seleção das peças sobressalentes, projeto e fabricação de equipamentos de testes e manutenção.

Ao mesmo tempo, estabeleceu-se o cronograma:

- Projeto do veículo: de janeiro de 2008 a agosto de 2009;
- Fabricação do protótipo: de fevereiro a dezembro de 2009, com o protótipo pronto para testes no começo de janeiro de 2010;
- Avaliação: de março a fins de dezembro de 2010;
- Fabricação do lote piloto: de janeiro a fins de dezembro de 2011;
- Documentação técnica: entre janeiro de 2008 e fins de dezembro de 2011; e
- O programa de desenvolvimento deverá estar concluído no final de dezembro de 2011.

Em vista disso, a IVECO nomeou o engenheiro Giovani D’Ambrosio para ser o responsável, no Brasil, pelo projeto. Ele se reporta na Itália ao engenheiro Renato Properzi. Esta nomeação ressalta a importância conferiada pela IVECO ao empreendimento, pois Propezi foi o encarregado do desenvolvimento do Centauro 8X8 e de outros produtos militares da empresa. Também montou um escritório de projeto, específico, junto à COMAU do Brasil, pertencente à FIAT, na fábrica de Betim (MG), onde os trabalhos são executados em conjunto com engenheiros do Exército (quatro oficiais, em revezamento de dois a cada ano, para treinar o maior número possível de técnicos da Força no desenvolvimento de veículos blindados). Em Sete Lagoas (MG), está sendo construído um galpão exclusivo para a produção dos carros e, ao mesmo tempo, deverá alojar todo o pessoal envolvido no processo.

O veículo

O VBTP-MR básico será destinado ao transporte de um grupo de combate do Exército Brasileiro (um sargento e oito praças) e uma tripulação de motorista e atirador. Seu peso em ordem de combate é de 16,7 toneladas, o que (combinado com suas dimensões), permite seu transporte por avião do porte do C-130 Hércules. A propulsão será feita pelo motor IVECO modelo Cursor 9, com potência máxima de 383 CV a 2.100rpm, e conjugado máximo de 1.500 Nm a 1.400 rpm. Este motor será produzido no Brasil pela FIAT Power Train como substituto dos atuais motores Cursor 8 e 10. Com regulagem eletrônica, o Cursor 9 poderá chegar a até 440 CV e, com tal potência, será empregado nos VBTP-MR 8X8.

A velocidade máxima em estrada vai chegar a 100 km/h, e a mínima será de 3,5 km/h. A autonomia em estrada e velocidade 70 km/h será de 600 quilômetros. A caixa de câmbio será a ZF série 600, tipo 6 modelo HP602S, com seis marchas a frente e uma à ré. Está sendo montada pela ZF em Sorocaba (SP).

Para se obter uma boa distribuição de peso sobre as várias rodas, as do meio foram deslocadas para a frente (em relação ao que era no Urutu), o que também aumenta a largura dos obstáculos que podem ser superados. Isso torna necessário que estas rodas sejam esterçadas em conjunto com as da frente. A suspensão nas seis rodas é do tipo McPherson, hidropneumática. O carro poderá superar aclives de 60% e se deslocar com uma inclinação lateral de 30%.

Uma característica importante no projeto foi a capacidade anfíbia, com uma velocidade de deslocamento na água da ordem de 9 km/h. Nos exemplares dotados com canhão de 30mm, e que pesarão 1,5 toneladas a mais, a flutuação será conseguida com a adição de flutuadores modulares laterais, de alumínio, preenchidos com espuma de um polímero capaz de tapar furos que venha a receber, automaticamente.

A proteção balística e contra minas será conforme a norma STANAG 4569. A parte inferior do carro terá geometria apropriada para desviar a onda de choque da explosão de uma mina para fora, e os assentos dos tripulantes serão suspensos, sendo que os mesmos não apoiarão os pés no veículo durante o deslocamento. Além da blindagem estrutural, o veículo receberá uma forração interna (spall liner) contra fragmentos provenientes de impactos de projéteis e estilhaços de granadas de artilharia e será preparado para receber blindagem adicional externa, de painéis com material cerâmico, contra ameaças de energia cinética.

Outro fator que está sendo trabalho é o da diminuição das assinaturas visual, térmica e de radar. A detecção visual é diminuída pela adoção de camuflagem. A térmica é reduzida pela passagem do fluxo do ar de refrigeração do motor, transversalmente à tubulação de escapamento do motor. Já contra a detecção por radar, o projeto foi analisado de forma que pudesse eliminar, o máximo possível, os centros espalhadores dos eco-radares, com a adoção de pintura com materiais absorventes de radiação.



Armamento e Versões

O exército está trabalhando com várias opções de armamento. A mais simples será uma torre com atirador externo, que poderá receber metralhadora 7,62mm ou 12.7mm, ou lança-granadas automático de 40mm. Nesse caso, o comandante terá uma escotilha para observação.

Uma hipótese que pode ser chamada de intermediária terá a mesma possibilidade de armamento, mas será um sistema de armas remotamente controlado, do interior da viatura. Aqui, o comandante terá meios de observação próprios, para acessar a situação tática externa.

Por fim, para levar o VBTP-MR à condição de VBCI, haverá a torre de controle remoto da ELBIT, equipada com o canhão de 30mm ATK, modelo Mk.44 e metralhadora de 7,62mm, podendo ainda disparar misseis anti carro guiados. Esta torre, com giro de 360 graus e elevação/depressão de -15 a + 60 graus, foi escolhida pelo EB numa seleção feita entre quatro empresas fabricantes desse tipo de equipamento e está sendo prevista a sua fabricação no Brasil. O sistema de tiro conta com telêmetro laser, visão e controle de tiro diurno e noturno por visão termal, duplo de comando de tiro (atirador e comandante do carro, com precedência para este), sistema automático do acompanhamento de alvo, sistema hunter killer e lançadores de fumígenos. Um detalhe significativo da torre é que tem as armas e as miras estabilizadas nos dois eixos, o que permite o disparo em movimento, com altíssima probabilidade de acerto no primeiro tiro. A adoção dos tipos de equipamentos para torre será decidida caso a caso, quando da entrada do veículo em serviço.

No momento, estão previstas versões como a VBTP padrão; VBCI (com torre de 30mm); VBE/PC (posto de comando); VBE/Mort (porta-morteiro de 81mm ou 120mm); VBE/CDT (direção de tiro); VBE/Comunicações/Comando e Controle; VBE/Oficina; VBE/Socorro e VBTE/Ambulância. É importante notar que, os modelos de socorro, provavelmente o VBCI, e o de reconhecimento, deverão ser verões 8X8.

Há a previsão que a VBE/PC deva utilizar o BMS (Battle Management System), possibilitando o gerenciamento do espaço de batalha. O primeiro nível pelo qual deve fluir a informação, de forma bidirecional, daquilo que é conhecido como “consciência situacional” , refere-se ao comandante tático.

O BMS, para tanto, tem capacidades para a integração de sistemas de detecção de ameaças, integração com a estação de controle remoto de armas, sistema de planejamento de missões, orientação, navegação, localização de forças, camada tática, alertas automáticos e localização do inimigo.



Conclusão

A reportagem de Tecnologia & Defesa ficou muito bem impressionada com o trabalho que está sendo realizado. Trata-se de algo completamente novo, sem se prender a nenhum projeto já existente. Pode-se, ainda, constatar que, ao contrário do que vem sendo veiculado em alguns sítios na Internet – principalmente em seus espaços de debates - , não é, absolutamente, nenhuma dita “velharia” a ser descarregada no Brasil pela IVECO. Depois dos vários contatos feitos com o Exército sobre o programa, pode-se atestar, e com toda a convicção, que o VBTP-MR vai ser um veículo de última geração, incorporando as tecnologias mais recentes.

Agradecimentos:

A direção da revista Tecnologia & Defesa expressa seus agradecimentos às seguintes pessoas, as quais em muito auxiliaram na realização deste trabalho:
General-de-Divisão Adhemar da Costa M. Filho – Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército
General-de-Brigada Waldemir Cristino Rômulo – Gerente do Programa Família de Blindados Médios s/ Rodas
Coronel José Carlos dos Santos
Coronel (R1) Umbelino Antônio Loriato
Coronel (R1) Jorge Henrique Azevedo Dias
Coronel (R1) José Mauro Matias Lopes
O reconhecimento também é extensivo à IVECO Latin America e à sua equipe de assessoria de imprensa, MM Editorial.
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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Jue Mar 06, 2014 11:28 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 30/10/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

KMW entrega el primer Leopard 1A5 al Ejército brasileño.

30/10/2009

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(Infodefensa.com) Kassel - La compañía Krauss-Maffei Wegmann (KMW) entregó el primero de los 220 carros de combate Leopard 1A5 al Ejército brasileño en la sede de la empresa alemana en Kasserl (Alemania). Los carros proceden de las reservas del Ejército alemán después de haber sido revisados y modernizados. La entrega de todas las unidades debe concluir en 2012.

Brasil adquirió estos carros de combate en el contexto de un acuerdo gobierno-gobierno con el ejecutivo alemán. La Agencia Federal para la Tecnología y Adquisiciones, responsable de estas operaciones dentro del Ministerio de Defensa alemán, firmó un acuerdo en diciembre de 2008 con KMW como contratista principal, informó la compañía en comunicado de prensa enviado a Infodefensa.com.

El contrato incluye además de la revisión y modernización de las unidades adquiridas, el desarrollo de subsistemas específicos requeridos por el Ejército brasileño y su instalación. Asimismo, se contempla el adiestramiento para conductores y mecánicos y el suministro de simuladores, así como apoyo técnico local.

La empresa alemana no señaló la cuantía económica de la operación. Según otras fuentes, el coste unitario ascendería a medio millón de euros.

Según KMW, esta considerado como uno de los líderes tecnológicos en su clase y ha sido adquirido por muchos clientes tanto en Europa como en Latinoamérica (Chile también los ha comprado recientemente). En este momento hay programas de mejora o fabricación de carros Leopard en Bélgica, Grecia, Italia, Turquía y España.

El 1A5, la versión más moderna.

De 42 toneladas de peso, el Leopard 1 es un tanque diseñado y producido por Alemania, que entró en servicio en sus primeras versiones en 1965 y modernizado sucesivamente en varias versiones.

Su arma principal es la versión alemana del cañón inglés L7 de 105 mm. En total 6.485 tanques Leopard 1 han sido construídos, de los cuales 4.744 han sido tanques y 1.741 han sido variantes utilitarias y antiaéreas (Gepard).

A partir de 1990, el Leopard 1 ha sido gradualmente reemplazado en la mayoría de los ejércitos como tanque de primera línea, pero muchos derivados siguen en uso en roles utilitarios (lanza puentes, recuperadores, defensa aérea). El Leopard 1A5 es la versión más moderna de este tanque, desarrollada a partir de los años 80.

Con estos nuevos tanques, Brasil complementarán a los Leopard 1A1 existentes y esta previsto que reemplacen a los M-60 y M-41 que equipan a sus regimientos blindados. Otra posibilidad es que incluso los Leopard 1A1 sean reemplazados, con lo que los nuevos 1A5 formarían el 100 por ciento de la fuerza de tanques brasilera.


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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 10, 2014 10:44 am

Publicado por el forista Mapinguari el 27/11/2009 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Brasil negocia a compra de sistema antiaéreo da Rússia.

Acordo pode elevar tensão militar na América Latina e criar atrito com os EUA Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar da Rússia; Chávez comprou um modelo mais antigo.

IGOR GIELOW
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O Exército brasileiro negocia com o governo da Rússia a aquisição de um sistema de defesa antiaérea inédito no país. Se realizada, a compra mudará o Brasil de patamar em termos de capacidade de defesa, acrescentará temperatura ao processo de militarização da América Latina e poderá provocar reações em Washington.

Uma comitiva brasileira esteve em agosto na Rússia para avaliar o sistema, o Tor-M2E. Uma equipe de dez técnicos russos irá expor mais detalhes de sua proposta em uma reunião hoje no Quartel-General do Exército, em Brasília.

O Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar desenvolvido na antiga União Soviética. É considerado o mais eficaz modelo em operação no mundo. Ele serve para abater aviões, helicópteros, armas de alta precisão e mísseis, usando radar. Sendo de curto alcance, visa proteger cidades e instalações estratégicas.

Hoje, a defesa antiaérea quase inexiste no Brasil, sendo restrita a menos de 200 canhões com projeto dos anos 50, 112 lançadores portáteis russos Igla e alguns franceses Mistral. Não há meios para abater mísseis e, se um avião supersônico penetrar perigosamente o espaço aéreo brasileiro, irá ser confrontado apenas por aviões como o Mirage-2000 ou o F-5.

O diretor de Material do Exército, general Sinclair Mayer, confirma o interesse, mas diz que o negócio ainda está na fase das "tratativas" e que depende de recursos hoje inexistentes: "Como sabemos, nossas demandas de maior importância são grandes. Mas sim, do ponto de vista de defesa antiaérea, estamos desguarnecidos".

Sistema caro.

O Tor é uma arma cara. Uma bateria completa, com quatro lançadores, um veículo de comando, carros de apoio, logística e mísseis não sai por menos de US$ 300 milhões (R$ 520 milhões). Mas como a tradicional anemia orçamentária militar brasileira está numa fase de reversão, envolvidos no processo acreditam que o dinheiro poderá aparecer via créditos adicionais ou financiamentos de longo prazo a serem incluídos no Orçamento. No projeto de lei do Orçamento enviado ao Congresso, só R$ 640 milhões dos R$ 24 bilhões destinados ao Comando do Exército são para investimentos.

O exemplo mais recente dessa reversão foi o acordo militar com a França, no qual o Brasil comprará submarinos e helicópteros de Paris a um custo de mais de R$ 22,5 bilhões.

Está na reta final também o negócio para a aquisição dos novos caças da FAB, 36 unidades a cerca de R$ 10 bilhões. Novamente, aqui os franceses com seu Rafale são os escolhidos pelo governo, como disse novamente ontem o ministro Nelson Jobim (Defesa) -embora os concorrentes sueco e americano ainda tentem reverter a decisão política.

Do ponto de vista militar, dependendo de sua alocação, o sistema de mísseis mudaria o patamar de defesa aérea do Brasil, embora não altere o balanço estratégico regional. U-ma dúzia de países usa modelos Tor. A Venezuela comprou 12 unidades duma versão anterior à oferecida ao Brasil, o Tor-M1, cujos primeiros lançadores serão entregues em 2010. O Chile já opera há mais tempo um sistema menos capaz, francês, para proteger suas bases aéreas.

Politicamente, há possibilidade de uma eventual compra transformar-se em mais um capítulo dos assuntos espinhosos a serem tratados com os EUA.

No estágio inicial da licitação dos caças, um dos motivos que desclassificou o russo Sukhoi foi uma pressão velada de Washington, que não gostaria de ver um mercado de armas de Moscou montado na região -por conta de embargo americano, o venezuelano Hugo Chávez comprou bilhões de dólares em armas da Rússia-. De todo modo, o Brasil fez posteriormente um negócio com os russos, comprando helicópteros.

Uma venda recente de modelos Tor-M1 para o Irã foi duramente criticada pelos EUA. O sistema pode dissuadir um ataque com aviões de Israel a centrais nucleares iranianas.

Mesmo que tenha sido discreto sobre as intenções do Exército, o general Mayer deu a senha sobre os interesses na negociação. "O problema desses sistemas é que eles se desatualizam rapidamente", disse, defendendo a necessidade de dominar novas tecnologias.

E citou também a China como país promissor no campo de defesa antiaérea. Jobim acaba de voltar de uma viagem ao país asiático justamente para discutir parcerias militares.
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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Lun Mar 10, 2014 10:46 am

Publicado por el forista Esteban McLaren el 31/01/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

El futuro del Ejército brasilero.
por Ignacio J. Osacar (Coordinador de la Comisión de Defensa del CENM)

20/11/2009

La Estrategia Nacional de Defensa difundida a fines del 2008 expresa que el Ejército brasilero será reorganizado para el cumplimiento de su misión en tiempo de paz y de guerra dentro de los conceptos estratégicos de flexibilidad y elasticidad.

El concepto de flexibilidad contiene los requisitos de vigilancia, control y movilidad. Durante tiempo de paz flexibilidad significa versatilidad para substituir omnipresencia por la capacidad de asegurar presencia como resultado de la información recibida en forma oportuna. En la guerra esto exige dejar al enemigo en desequilibrio permanente, sorprendiéndolo mediante la alternancia de concentración y desconcentración de fuerzas, y el golpe audaz e inesperado.

Este concepto relativiza las diferencias entre el conflicto convencional y no convencional, capacitando a las fuerzas convencionales para desarrollar algunas de las capacidades propias de las fuerzas no convencionales. Se destaca que la inteligencia y la imaginación deben prevalecer por encima de la simple acumulación de medios y personal. Se rechaza la idea de considerar a la alta tecnología como alternativa al combate, sino que debe ser considerada como un refuerzo a la capacidad operacional.

La elasticidad impone la formación de una fuerza de reserva a movilizar cuando sea requerida, lo que hace necesario la integración de las Fuerzas Armadas dentro de la Nación, lo que se articula con el futuro del Servicio Militar Obligatorio y la Movilización Nacional. En caso de ser necesario, la multiplicación de los medios humanos y materiales de las Fuerzas Armadas, en su materialización más extrema, implica el empeño de la Nación toda en su propia defensa.

El Ejército activo es el mayor de America del Sur con unos 217.000 efectivos sobre un total de 342.000 de las Fuerzas Armadas. Se deben considerar adicionalmente a unos 385.000 efectivos clasificados como paramilitares (Policía Militar) bajo control operacional del Ejército. Las reservas instruidas se aproximaban a unos 1.340.000 de ciudadanos en 2007. Se destaca que para 2025 la población habrá crecido desde los actuales estimados 192 millones hasta los 217,5 millones, con más de un 85 % localizado en zonas urbanas, lo que crea la necesidad de reformulación de la organización del potencial humano.

Se introduce el concepto de que el Ejército constituye en su totalidad la vanguardia nacional, para lo cual se reorganizará la Brigada como módulo básico de combate de la fuerza terrestre. Las actuales Brigadas de Acción Estratégica Rápida (BAER) serán el mejor ejemplo del ideal de flexibilidad.

Sin seguir rígidamente el modelo de las BAER, las nuevas Brigadas deberán adecuarse a las características de los diferentes teatros de operaciones. Deberán contar básicamente con recursos humanos de elevada motivación y efectiva capacitación operacional, medios de comunicaciones y de observación que les permitan operar en red con las demás unidades del Ejército y conjuntamente con las otras Fuerzas, recibir información obtenida por medios aéreos y espaciales, contar con medios de movilidad, que les facilite desplazarse rápidamente entre teatros de operaciones o dentro de ellos, por tierra, agua y aire, además de disponer de recursos logísticos suficientes que permitan operar en forma independiente por varias semanas, en regiones aisladas e inhóspitas.

La Brigada deberá estar equipada con medios tecnológicos que abarcan desde radares portátiles y visores nocturnos hasta las formas más avanzadas de comunicaciones para las operaciones terrestres y el monitoreo espacial.

La movilidad debe orientar el diseño y evolución de los medios blindados, mecanizados y de la artillería, como así también se deben perfeccionar las tecnologías necesarias para incrementar la precisión en la ejecución del tiro.

Las unidades del Ejército en zonas de frontera, especialmente en la región amazónica, funcionaran como elementos avanzados de vigilancia y disuasión y las localizadas en los centros estratégicos industriales, políticos, tecnológicos y militares, asegurarán la capacidad de defensa antiaérea, sobre todo con artillería antiaérea contra blancos a mediana altitud.

Para la vigilancia y el control se incentivarán la investigación y desarrollo nacional, aunque admitiendo la participación selectiva de socios extranjeros. Estos proyectos incluyen vehículos lanzadores de satélites, satélites de orbita baja y alta - sobretodo geoestacionarios - sistemas de posicionamiento global, sensores aéreos y terrestres para obtener imágenes de alta resolución y la capacitación y el equipamiento cibernético necesario para asegurar las comunicaciones entre las plataformas aéreas y espaciales y las tropas terrestres.

La movilidad como parte del principio de flexibilidad requiere contar con vehículos de combate y transporte aéreos y terrestres, para lo cual se deberán replantear la relaciones entre la Armada y la Fuerza Aérea, tanto a nivel del planeamiento de los Estados Mayores como en el estrictamente operacional, para que todos actúen como una sola Fuerza.

La defensa de la región amazónica requiere la integración adaptada de medios para ese teatro de operaciones: la vigilancia espacial, aérea y terrestre, la transformación de la Brigada respecto a sus capacidades tecnológicas y operacionales, medios logísticos y aéreos para apoyar los elementos de frontera y la formación del combatiente individual con características de idoneidad y rusticidad necesarias para el combate en la selva. Se considera el imperativo para la asignación de fondos en forma regular, para afirmar el desarrollo sustentable en la región y la solución del conflicto generalizado por la posesión de la tierra y el estado de inseguridad jurídica en que se encuentra.

Debe ser prevista la situación de un conflicto armado contra fuerzas muy superiores de un país o de una coalición de países, que vulneren la soberanía brasilera sobre el Amazonía, en supuesto nombre de la Humanidad, lo que requerirá que el Ejército se multiplique, para librar una guerra asimétrica.

La preparación para ese tipo de guerra no solo consiste en evitar lo que se aprecia como una hipótesis remota -que Brasil quede envuelto en un conflicto armado de gran escala- sino también progresar en la elaboración de una doctrina militar definida y el adiestramiento en las capacitaciones operacionales respectivas. Si el Ejército domina los paradigmas de flexibilidad y elasticidad también podrá conjugar las acciones convencionales y no convencionales. La guerra asimétrica, en el marco de la guerra de resistencia nacional, es una posibilidad de esta doctrina.

La guerra de resistencia nacional requiere, que el pueblo de la Nación, esté identificado con la causa de la defensa; sumar las reservas movilizadas a los soldados regulares con perfil no convencional; que el soldado, además de su adiestramiento y rusticidad, tenga el atributo de la tenacidad; que se conserve la capacidad de comando y control y de apoyo logístico en condiciones adversas o extremas; y que se opere con máximo aprovechamiento de las características del terreno.

Para el logro de los objetivos de la END, puntualizados en forma amplia y conceptual, el Ejército será responsable de enormes exigencias, que son proporcionales a su magnitud de personal y medios, y que fundamentalmente implica cambios profundos, no solo desde la perspectiva de recursos científico-tecnológicos sino también desde la pauta impuesta para la formación de un nuevo tipo de ciudadano-combatiente.

Fuentes:
[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] consultado 10-11-09
[Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo] 10-11-09
"Balance Militar de America del Sur" Nueva Mayoría, Buenos Aires, 2008

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:14 pm

Publicado el 03/02/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Operaciones en la Caatinga - Nordeste del Brasil.

El 72° Batallón de Infantería Motorizado (72° B I Mtz), con sede en Petrolina (Pernambuco) es la única unidad del Ejército Brasilero que forma combatientes para desempeñarse en el ambiente operacional de la Caatinga. Pertenece al Comando Militar del Nordeste, 7ma Región Militar. Los integrantes de esta unidad reciben una dura instrucción con el objeto de facilitar su adaptación a un área de carácter desértico y poco hospitalaria.

La caatinga o catinga (del tupí: "bosque blanco" o "vegetación blanca", kaa = bosque, vegetación, tínga = blanco) es un tipo de vegetación y una ecorregión caracterizada por esa vegetación en el Brasil nordestino. Es una bioma exclusiva de Brasil. Cubre entre 700 mil y 1 millón de kilómetros cuadrados (depende de la fuente), cerca de un 10% del territorio brasileño.

Este ambiente se caracteriza por una flora arbustiva desértica y xerófila, y bosque espinoso, básicamente de árboles espinosos y pequeños, caducifolios, cactos, plantas de gruesa corteza, arbustos espinosos, y pastos adaptados a la aridez en la base. Muchas plantas anuales crecen, florecen, y mueren durante la corta estación lluviosa.

Cubre la porción nordeste de Brasil. Está localizada entre 3°S 45°W y 17°S 35°W, a través de ocho estados brasileños: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia y parte de Minas Gerais. La Caatinga incluye varios enclaves de bosque húmedo tropical, conocidos como los Enclaves de bosque húmedo de Caatinga.

La Caatinga está rodeada por el palmeral de Maranhão por el noroeste, los bosques secos del Atlántico y por las sabanas del Cerrado por el oeste y el suroeste, la húmeda Mata Atlántica a lo largo de la costa Atlántica al Este y por el Océano Atlántico al Norte y al Noreste.

La Caatinga es un lugar muy seco de Brasil. Los pocos brasileños que vivien allí tienen dificultades para conseguir agua y comida. La poca agua que tienen frecuentemente está sucia y la gente puede morir al beberla. Tiene sólo dos temporadas distinguidas, éstas son el invierno, que es cálido y seco y el verano que es cálido y lluvioso. Durante los periodos secos del invierno no hay follaje ni maleza. Esta vegetación es muy seca y las raíces empiezan a sobresalir a través de la superficie de la tierra pedregosa, para absorber el agua antes que se evapore. Todas las hojas se caen de los árboles para reducir la transpiración y disminuir la cantidad de agua que se pierde en la estación seca. Durante los picos de los periodos de sequía la tierra de Caatinga puede alcanzar temperaturas de más de 60 °C. Con todo el follaje y la maleza muerta durante los periodos secos y todos los árboles sin hojas, la Caatinga tiene una apariencia de desierto gris.
La sequía finaliza al final del año y empieza a llover en año nuevo. Con la llegada de la lluvia, el paisaje desértico gris empieza a transformarse en una tierra mucho más verde. Las pequeñas plantas empiezan a crecer en el ahora húmero suelo y de los árboles salen hojas verdes. En este momento el agua en los rios empeiza a llenarse y las corrientes empiezan a circular otra vez. Las partes del rio que estaban secas ahora tienen agua corriendo otra vez.

La población más pobre de Brasil vive en el Nordeste. Más de 60 millones de personas sobreviven con la mínima vegetación de la Caatinga. Más de la mitad de los ingresos de una gran parte de la población dependen de la agriculturas o de las industrias forestales.

A continuación veremos algunas imágenes de esta unidad de combate.

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:16 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 12/05/2010 en  http://fdra.superforos.com

Brasil recibe el segundo lote de 29 carros Leopard 1A5 BR.

08/05/2010

([url=Infodefensa.com]Infodefensa.com[/url]) Brasilia - El Ejército brasileño ha recibido el segundo lote de 29 carros de combate Leopard 1A5 BR de fabricación alemana y adquiridos a través de un acuerdo entre los gobiernos de las Repúblicas Federales de Alemania y Brasil. Las entregas de los tanques finalizarán el próximo año, 2011.

El Comando Logístico del Ejército informó de que llegaron al puerto de Río Grande 29 nuevos blindados, así como tres sistemas automáticos de control de tiro y dos torres para adiestramiento y formación, así como tres contenedores con equipamientos, herramientas, suministros y manuales de los carros de combate.

Los nuevos carros de combate serán transportados por medios militares entre el 7 y 14 de mayo desde el puerto de Río Grande hasta la guarnición de Santa María, en el centro del estado, y sede de la 3ª División del Ejército (Divisão Encouraçada), donde conformarán los blindados principales de esta unidad.

Al llegar al acuartelamiento militar, los carros de combate de segunda mano pero modernizados pasarán pruebas de tiro en el campo de instrucción de Barão de São Borja con un equipo conjunto de técnicos alemanes y especialistas brasileños.

El primer lote llegó a Brasil en diciembre de 2009 también a través del puerto Río Grande. En total fueron 29 carros de combate de línea (VBC), siete de socorro (VBE), cuatro lanza puentes (VBE), cuatro de ingenieros (VBE) con un puente para pequeñas distancias; un conjunto de simulador para adiestramiento de un pelotón de carros de combate, cuatro simuladores para guarnición de VBC, tipo "Table Top"; dos puentes y una torre de adiestramiento.

Acuerdo de compra.

En diciembre de 2008, Alemania y Brasil firmaron un acuerdo para la adquisición de 250 carros de combate (VBC CC) Leopard a1 A5 BR; siete unidades blindadas especializadas (VBE) Socorro Leopard 1 BR; cuatro VBE Lanza puentes Leoparad 1 BR; cuatro VBC Ingenieros Leopard 1 BR y cuatro VBE Escolta Leopard 1.

El pasado 30 de octubre, Krauss-Maffei Wegmann (KMW) informó de la entrega del primero de los tanques al Ejército brasileño en la sede de la empresa alemana en Kasserl (Alemania). Los carros procedentes de las reservas del Ejército alemán después de haber sido revisados y modernizados.

El contrato incluye además de la revisión y modernización de las unidades adquiridas, el desarrollo de subsistemas específicos requeridos por el Ejército brasileño y su instalación. Asimismo, se contempla el adiestramiento para conductores y mecánicos y el suministro de simuladores, así como apoyo técnico local. La empresa alemana no señaló la cuantía económica de la operación. Según otras fuentes, el coste unitario ascendería a cerca de medio millón de euros.

El 1A5, la versión más moderna.

De 42 toneladas de peso, el Leopard 1 es un tanque diseñado y producido por Alemania, que entró en servicio en sus primeras versiones en 1965 y modernizado sucesivamente en varias versiones. Su arma principal es la versión alemana del cañón inglés L7 de 105-mm. En total 6.485 tanques Leopard 1 han sido construidos, de los cuales 4.744 han sido tanques y 1.741 han sido variantes utilitarias y antiaéreas (Gepard).

A partir de 1990, el Leopard 1 ha sido gradualmente reemplazado en la mayoría de los ejércitos como tanque de primera línea, pero muchos derivados siguen en uso en roles utilitarios (lanza puentes, recuperadores, defensa aérea). El Leopard 1A5 es la versión más moderna de este tanque, desarrollada a partir de los años 80.

Con estos nuevos tanques, Brasil complementarán a los Leopard 1A1 existentes y está previsto que reemplacen a los M-60 y M-41 que equipan a sus regimientos blindados. Otra posibilidad es que incluso los Leopard 1A1 sean reemplazados, con lo que los nuevos 1A5 formarían el 100 por ciento de la fuerza de tanques brasilera.
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Última edición por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:19 pm, editado 1 vez

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:18 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 13/07/2010 en  http://fdra.superforos.com

Estratégia do Exército Brasileiro até 2030.
em Estratégia, por Galante

11/07/2010

Em 2009, participamos de um brainstorming para a definição da Estratégia do Exército Brasileiro até 2030. Abaixo as questões levantadas pelo EB na sua pesquisa.

Dê sua opinião sobre cada um dos tópicos abordados.

1) REAÇÕES INTERNACIONAIS AO PROTAGONISMO BRASILEIRO
O mundo convive com vários focos de instabilidade, como os conflitos no Oriente Médio, na Ásia e no Continente Africano, com conseqüentes riscos à paz global. Além destes, delineia-se no futuro uma disputa pelo controle de recursos estratégicos (hidrocarbonetos, água, minérios, biodiversidade, etc.), dos quais o Brasil é um dos grandes detentores.

Enquanto países desenvolvidos mantêm suas posições usando o poder que detêm ou construindo acordos internacionais favoráveis a seus interesses, nações em desenvolvimento têm de lutar por acesso a novas oportunidades.

Embora não esteja envolvido em conflitos de vulto, o Brasil está inserido nesse contexto de desafios e pretende modificar sua posição no jogo internacional, superando barreiras típicas de quem se localiza na periferia do poder mundial. Esta atitude brasileira poderá propiciar o surgimento de situações conflituosas decorrentes de reações dos países forçados a ceder espaços e da própria cobiça internacional pelo grande volume de recursos naturais do País.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as reações internacionais ao protagonismo brasileiro intensifiquem-se ao ponto de criar obstáculos à consecução dos interesses nacionais.

2) RECONHECIMENTO EXTERNO DO PODER NACIONAL BRASILEIRO
O processo decisório desencadeado nos organismos multilaterais ou nas relações bilaterais cria situações que podem restringir ou facilitar a inserção internacional do Brasil como ator global.

Atendendo a legítimos interesses nacionais, a política externa brasileira se empenha para levar o Brasil a participar, significativamente, da elaboração da agenda internacional. Daí decorre o pleito por uma posição de membro permanente do Conselho de Segurança da ONU e a busca de acordos com blocos econômicos e grupos de países, visando à crescente inserção do País na construção daquela agenda.

As reuniões do G-20, pelo seu simbolismo político, parecem sinalizar para mudanças nas relações de poder mundial, cujos desdobramentos futuros poderão levar à emergência de novos pólos de poder. Os líderes dos países mais ricos perceberam que o enfrentamento dos grandes problemas globais dependem de coordenação política que envolva os países emergentes.

Nas relações internacionais, os estados costumam ter êxitos quando dispõem de poder nacional que respalde suas posturas – o que ainda não é, efetivamente, o caso do Brasil, em especial quanto ao componente militar do poder nacional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, o Brasil passe a dispor de poder nacional reconhecido internacionalmente ao ponto de ser capaz de respaldar suas pretensões de maior participação no processo decisório mundial.

3) NEUTRALIZAÇÃO DAS PRESSÕES INTERNACIONAIS SOBRE A AMAZÔNIA
As pressões internacionais sobre a Amazônia têm aumentado, sob a alegação de uma suposta defesa de “interesses maiores da humanidade”.

Países, autoridades e organizações estrangeiras ocultam suas pretensões em relação à importância geoestratégica e às riquezas da região, simulando preocupações com o desenvolvimento da área. Sugerem “direitos de ingerência”, insinuando não ter o Brasil capacidade de cuidar do patrimônio amazônico, com ênfase para o meio ambiente e a questão indígena.

A ameaça é de tentativa de imposição de soberania “compartilhada” mediante aplicação de diretrizes e pelo uso privilegiado dos recursos da região, deixando ao Brasil o ônus da administração sob fiscalização estrangeira.

A neutralização dessas pressões extrapola o campo militar, dependendo muito mais de ações governamentais nos campos político, psicossocial e econômico.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as ações implementadas pelo governo brasileiro no sentido da proteção e do desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira tenham sido eficazes ao ponto de neutralizar as pressões internacionais sobre a região.

4) INTERESSE INTERNACIONAL SOBRE ÁREAS ESTRATÉGICAS DO BRASIL
É interesse vital das potências de primeira ordem assegurar o acesso às regiões do mundo de valor geopolítico e onde estejam recursos naturais necessários ao seu desenvolvimento e manutenção do status quo.

O Brasil, além da Amazônia, tem outras regiões que podem ser alvo da cobiça internacional, pela riqueza ou posição estratégica. Entre essas áreas, destacam-se: a faixa de fronteira, a plataforma continental atlântica (jazidas de petróleo, biodiversidade, minerais,etc), o “saliente nordestino” e o Aquífero Guarani.

A liderança nacional atribui pouca importância e a sociedade tem dificuldade em perceber a ameaça embutida no interesse internacional, o que se reflete na baixa prioridade conferida ao setor de defesa do País.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as áreas estratégicas do Brasil sejam alvo de crescente interesse internacional ao ponto de suscitar ações por parte do Estado brasileiro para manter e reforçar sua soberania sobre essas áreas.

5) FORTALECIMENTO DA INTEGRAÇÃO DA AMÉRICA DO SUL
Coerente com princípio constitucional, a iniciativa brasileira de integração regional foi iniciada pela constituição do MERCOSUL e ampliada pelos macroprojetos de integração física da região, estruturados e implementados pela Iniciativa para a Integração Regional Sulamericana (IIRSA), e por empreendimentos de integração energética, dentre outros. O estabelecimento da UNASUL, que surge com o objetivo de construir um espaço de integração e união no âmbito cultural, social, econômico e político entre os países da América do Sul, é mais um marco do processo de integração regional. A criação do Conselho de Defesa Sulamericano (CDS) poderá contribuir para intensificar as medidas de cooperação e confiança mútua entre os setores de defesa dos países da região.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31 de dezembro de 2030, o processo de integração regional evolua ao ponto de permitir a efetiva consolidação da integração da América do Sul.

6) OCORRÊNCIA DE CONFLITOS NA AMÉRICA DO SUL
A paz na América do Sul, considerada uma das regiões do mundo menos sujeita a conflitos armados, pode vir a ser ameaçada pela instabilidade política e social existente em alguns países, pela ação de movimentos de cunho ideológico que apelam para a violência e pelas tensões latentes entre países limítrofes. Com isso, considera-se a possibilidade do Exército Brasileiro vir a participar de conflitos na região, integrando ou não organismos internacionais, como Força de Paz ou em defesa dos interesses nacionais.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorram conflitos na América do Sul ao ponto de envolver militarmente o Brasil.

7) AGRAVAMENTO DA QUESTÃO AMBIENTAL
As questões ambientais têm adquirido importância crescente na agenda internacional, envolvendo temas como as mudanças climáticas, as catástrofes ambientais e as consequencias sociais e econômicas decorrentes.

A ocupação e a exploração de recursos naturais nos principais biomas do território brasileiro, com reflexos no meio ambiente, poderão agravar a questão ambiental no Brasil, gerando inclusive reações internacionais.

No Brasil, a participação do Exército contra delitos ambientais, na faixa de fronteira terrestre, está prevista na Lei Complementar Nr 117, de 2 de setembro de 2004.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as questões ambientais e as mudanças climáticas tenham se agravado, ao ponto do controle e monitoramento ambiental venha a ser institucionalizado como atribuição, também, das Forças Armadas.

8)OCORRÊNCIA DE ATIVIDADES TERRORISTAS EM TERRITÓRIO BRASILEIRO
O Brasil, até o presente, tem se mantido a salvo de ações terroristas, nos moldes praticados por grupos em conexão com redes internacionais, com a finalidade de desestabilizarem Estados ou deles se vingarem em proporções que causem a generalização do pânico em suas populações. Apesar disso, não se afasta a possibilidade de que iniciativas do governo brasileiro venham a gerar disputas e maior exposição do País no cenário internacional.

Essa exposição tende a ser ampliada em face dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará os Jogos Mundiais Militares(2011), a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014), e as Olimpíadas (2016) e da crescente posição de proeminência do País no contexto mundial.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, atividades terroristas venham a ocorrer também no Brasil.

9) AGRAVAMENTO DA PROBLEMÁTICA DA SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA
As limitações e carências dos órgãos de segurança pública e o aumento do poder e da violência de grupos ligados ao crime organizado, ou a ilícitos transnacionais, contribuem para agravar a problemática da segurança pública brasileira e criam um ambiente propicio à demanda para emprego das Forças Armadas em segurança pública, ainda que em caráter eventual.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, a problemática da segurança pública brasileira se agrave ao ponto de ser institucionalizado o emprego das Forças Armadas.

10) DESENVOLVIMENTO DE UMA MENTALIDADE DE DEFESA NO BRASIL
A sociedade brasileira não demonstra grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.

A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas a de desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas vêm desenvolvendo iniciativas como programas de incentivo, congressos, seminários e simpósios, dentre outras.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, os assuntos de defesa passem a fazer parte da agenda nacional ao ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais.

11) FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA DE DEFESA DO BRASIL
O fortalecimento da indústria de produtos de defesa no Brasil se constitui em peça fundamental na redução das vulnerabilidades militares do País. Anseia-se que ela seja capaz de produzir parcela significativa dos materiais e equipamentos estratégicos com tecnologia agregada que atenda às necessidades das FA. Isso, no entanto, esbarra em desafios de toda ordem. Grandes conglomerados da indústria de defesa dos países mais ricos bloqueiam tentativas de desenvolvimento das empresas similares dos países menos poderosos.

O aumento dos investimentos em C&T, a competitividade dos materiais produzidos pela indústria de defesa, a transferência de tecnologia (offset) e o aumento do poder de compras das FA são os principais fatores para o fortalecimento da base industrial de defesa brasileira, contribuindo para a redução do hiato tecnológico e para a nacionalização dos materiais de defesa.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorra o fortalecimento da base industrial de defesa brasileira ao ponto de suprir no mínimo 50% das necessidades de material de defesa das Forças Armadas.

12) CRESCIMENTO E SEGURANÇA DE FLUXO DO ORÇAMENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO (EB)
A crescente projeção internacional do Brasil indica a necessidade de um poder militar bem equipado e adestrado.

A eficiência operacional das Forças Armadas é dependente de orçamento compatível e constante. Nas últimas décadas, a escassez dos recursos alocados para o Exército Brasileiro tem redundado em deterioração cada vez mais séria de sua operacionalidade.

Além disso, o orçamento do EB ainda sofre retardamentos, contingenciamentos e considerável volume de recursos são inscritos em restos a pagar, dificultando o cumprimento da sua destinação constitucional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31 de dezembro de 2030, o governo aumente os recursos orçamentários e assegure um fluxo mínimo destinado a investimentos do Exército Brasileiro.

13) ADEQUAÇÃO DA INFRAESTRUTURA CRÍTICA ÀS NECESSIDADES DE DEFESA
Os sistemas nacionais que constituem a infraestrutura crítica do Brasil, em especial energia, transportes e comunicações não podem entrar em colapso, pois são indispensáveis ao desenvolvimento do País, devendo também observar às necessidades de defesa nacional.

Atualmente, as obras de infraestrutura crítica não atendem na sua plenitude às necessidades de defesa, acarretando prejuízo ao planejamento estratégico operacional das FA, sobretudo no que tange a comando e controle, mobilização, logística, mobilidade estratégica e outras

O Exército dentre suas atividades subsidiárias executa obras da infraestrutura, mas não participa do planejamento de políticas públicas de forma a adequar as obras realizadas às necessidades de defesa.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorra a adequação da obras de infraestrutura crítica do Brasil para atender às demandas de defesa do país.

14) AGRAVAMENTO DA CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE NACIONAL
A História da humanidade tem mostrado que um dos alicerces da grandeza das nações é o respeito a um código tácito de valores morais e éticos. Riqueza, desenvolvimento e poder político, isoladamente, não lhes conferem coesão, bem-estar ou autorrespeito, nem lhes sustentam em desafios extremos.

Nações com vocação de grandeza cultuam pátria, liberdade, honestidade, dever, justiça, vida, família, educação, dignidade e disciplina, entre outros, como sínteses de princípios morais inspiradores de nobres ideais.

A sociedade brasileira enfrenta uma crescente crise moral com desprezo por aqueles e outros valores, disseminada sensação de impunidade e desrespeito ao princípio da autoridade, afetando com isso a coesão nacional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, a crise de valores na sociedade nacional se agrave ao ponto de contaminar as Forças Armadas.

15) AUMENTO DA INFLUÊNCIA DE ATORES NÃO GOVERNAMENTAIS
Atores não governamentais – ONGs, empresas transnacionais, movimentos sociais e organismos internacionais – têm assumido papéis ativos em temas sociais, culturais, econômicos, ambientais, de direitos humanos e outros. Desvencilhando-se agilmente da burocracia, alguns aproveitam as fragilidades do Estado e ocupam espaço crescente na sociedade brasileira, como se fossem parte do aparato oficial.

Vários deles são prestigiados, pois declaram estar a serviço de causas nobres: culturais, religiosas, comunitárias, ambientalistas, educacionais, de direitos humanos ou de defesa de minorias. Embora alguns deles não se submetam à aprovação popular, procuram influenciar, cada vez mais, a opinião pública e as decisões políticas, trazendo reflexos para todos os campos do poder nacional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, os atores não governamentais tenham poder sobre o governo ao ponto de influir nas decisões relativas à segurança e defesa.

16) AGRAVAMENTO DAS TENSÕES SOCIAIS
Apesar dos esforços de sucessivos governos e da perceptível melhoria da qualidade de vida da classe mais pobre da população – fator relevante para a paz social -, continuam a existir desigualdades sociais e regionais, motivadas por questões ligadas ao desemprego, déficit habitacional, saneamento básico, saúde pública e educação.

Além disso, a problemática das tensões sociais no Brasil envolve outros fatores, como a ausência do Estado em algumas áreas críticas, a luta pela terra, as questões indígenas e quilombola, os problemas ligados à violência urbana, o crescimento desordenado das grandes cidades e a questão da segurança alimentar.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, o agravamento das tensões sociais seja de tal vulto que venham a comprometer a lei e ordem no Brasil.

Fuente:  http://www.forte.jor.br

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:22 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 15/08/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Avibras y el Ejército brasileño desarrollarán un nuevo sistema móvil de misiles de crucero por 1.200 millones de dólares.

06/08/2010

(Infodefensa.com) Brasilia - El Ejército de Brasil y la empresa Avibras Aeroespacial han llegado a un acuerdo para el desarrollo y fabricación de un nuevo sistema móvil de misiles de crucero de última generación, el Astros 2020, que tendrá un presupuesto estimado de 1.200 millones de dólares durante seis años.

El programa, que busca mejorar las prestaciones de Astros II, en servicio en las Fuerzas Armadas brasileñas, incorporará el misil de crucero y alta precisión AV-TM, que tiene un alcance superior a los 300 kilómetros, informó la compañía brasileña.

"Este es un nuevo concepto, apoyado por el conocimiento existente", explicó Sami Hassuani, el presidente de la empresa, quien resaltó que se dedicará 210 millones de dólares para la fase de diseño y desarrollo del nuevo sistema.

"El desarrollo del 2020 permitirá que el Ejército, por ejemplo, integrar a los Astros en la defensa de aeronaves, proporcionando un uso común para las plataformas, camiones, parte de los sensores electrónicos y los vehículos de mando", agregó Hassuani.

El presidente de Avibras resaltó que el sistema, de unas 14 toneladas, es autónomo en su operativa al contar con toda la información necesaria para su utilización -desde datos meteorológicos y amenazas. "Podemos ir con él y sus derivados, incluidas las versiones de la Clase 8 × 8, para completar la familia de vehículos blindados de ruedas que el Ejército está interesado en la forma", agregó.

Expectativas de mercado exterior.

Hassuani también se mostró esperanzado del éxito que pueda tener este nuevo producto en el exterior. "Los clientes extranjero que cuenta ya con el Astros -Arabia Saudí, Malasia, Qatar y Colombia - han seguido de cerca el desarrollo del misil AV-TM y han mostrado interés en el mismo", agregó. "Nuestros cálculos apuntan a que las ventas podrían acercarse a los 2.000 millones de dólares", apuntó.

El más moderno de los Astros-II actualmente en servicio -adquirido por Malasia por 500 millones de dólares-, con navegación GPS y satelital y sistema de comunicaciones centralizada, esta montada en una plataforma de la empresa Trata (4x4) y utiliza un misión tierra-tierra de saturación con un alcance de entre 9 y 150 kilómetros.

Los directivos de la compañía reconocieron que el nuevo programa Astros 2020 es de vital importancia para Avibras, ya que de no concretarse, la empresa se vería obligada a despedir cerca de 800 trabajadores directos y afectaría a su amplia red de proveedores, provocando otros 1.800 despidos indirectos.

500 millones de ventas en 2010.

El Gobierno brasileño firmará próximamente con Avibras un acuerdo de 60 meses para el diseño y adquisición de este nuevo sistema que permitirá al grupo la negociación de garantías bancarias para mantener sus operaciones. No habrá ninguna contribución económica directa, ya que se realizará asumiendo las deudas de la compañía. Avibras está bajo reorganización judicial desde julio de 2008.

Las ventas del grupo brasileño han aumentado de forma significativa en los últimos tres años al pasar de los 60 millones de dólares en 2007 hasta los 250 millones en 2009. Las previsiones son alcanzar los 500 millones durante el presente 2010.

Según confirmó Hassuani, la previsión es que Avibras consolide unas ventas de alrededor de 1,4 millones de dólares por año en sus mercados tradicionales, Oriente Medio hasta Asia, y abrir nuevos mercados en América Latina y África. Aseguró, asimismo, que Angola y Colombia han mostrado interés en los Astros-II y en la posible adquisición de nuevos cohetes aire-tierra.



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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:24 pm

Publicado por el forista Lobito el 06/09/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Brasil actualizará sus blindados de transporte personal M113B con ayuda de EEUU.

El Ejército brasileño tiene previsto actualizar un total de 208 vehículos blindados de transporte personal del tipo M113B, a través de un programa de colaboración con Estados Unidos bajo la modalidad FMS (Foreign Military Sales). Según informó Jane´s, que cita a fuentes del Ejército brasileño, el Departamento de Defensa de EE.UU. adjudicará este proyecto de mejora a una compañía que todavía no ha sido determinada, con el compromiso de que el plazo de entrega finalice a finales de 2013.

El portavoz del Ejército brasileño confirmó que la oferta incluye la renovación de 208 M113B, y que la empresa seleccionada para llevar a cabo el trabajo tendrá un máximo de 109 días a partir de la fecha de adjudicación del contrato para entregar el primer vehículo, mientras el último vehículo está programado para ser entregado antes de finales de 2015.El programa incluye la renovación completa del motor Mercedes Benz OM 352-A, la transmisión Allison TX-200-2, y la caja de cambios automática, así como de la suspensión, el sistema de refrigeración, el sistema de navegación de anfibios, la electrónica y el sistema de extinción de incendios.

La empresa ganadora del concurso también proveerá a los vehículos del cableado necesario para permitir que cada uno de ellos reciba dos sistemas de radio de vehículos: uno de Elbit Systems de suelo y otro C4I Tadiran VRC-Ltd 120 VHF / FM. La compañía BAE Systems EE.UU. Combat Systems aparece bien posicionada para ser seleccionado para el trabajo, al haber presentado una propuesta al Ejército de los EE.UU. basada en el paquete de actualización M113A2 Mk1.

Mientras tanto, la Marina de Brasil mejorará a nivel local un total de 22 M113A1 de transporte de tropas, un XM806E1 de recuperación de vehículos, un vehículo de mantenimiento M113A1G, y dos vehículos M577A1 de puesto de mando.La actualización, que podría estar completada en 2014, incluye la integración de un motor diesel Caterpillar C7, una caja de cambios Allison Transmisión 3200SP, un puesto de armas W & E Platt PTY Ltd, tanques externos de combustible, y pistas y sistemas de control climático Diehl Remscheid DST 513.


Fuente:Desarrollo y Defensa.



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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:30 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 03/11/2010 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Ejercito de Brasil interesado en la compra de 18 Helicopteros de Ataque Mi-28.

01/11/2010

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El Comando del Ejército de Brasil ha decidido comprar 18 helicópteros de ataque rusos Mi-28. El helicóptero Mi-28 es la última evolución del helicóptero de ataque desde las tablas de diseño de la corporación rusa Mil, un vehiculo mas ágil que su antecesor, el temido Mi-24. La principal razón que habrian tenido los mandos del ejército para inclinarse por los Mi-28 sería su menor costo. Medios de prensa brasileros afirman que el Mi-28 es alrededor de 30% mas económico que un helicóptero hibrido de ataque Mi-35, como los adquiridos por la Fuerza Aérea de Brasil.

De ser cierto esta ostensible diferencia en precios, resultaria anecdótico que la empresa rusa "canibalice" tan marcadamente el mercado de sus helicópteros Mi-35, con un producto mas especializado, de mejor perfil de vuelo y que puede montar un radar encima del rotor principal, de manera similar al helicóptero de ataque norteamericano AH-64 Apache Longbow.

Segun fuentes en Brasil, especialistas del Ministerio de Defensa de Brasil han hecho saber su malestar ante esta decisión, puesto que es un retroceso en el proceso de estandarización en el equipamiento de las fuerzas armadas, lo que redunda en menor sinergia y mayores costos logísticos. El Ministro de Defensa Nelson Jobim habrá de analizar y tomar una decisión respecto al interés del ejército por helicópteros diferentes a los de la FAB.

Fuente: Máquina de combate

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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:33 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 07/01/2011 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Helibras modernizara 36 Helicopteros AS350 Ecureuil del Ejercito Brasilero.

06/01/2011

[Maquina de Combate <> 06012011-02] Helibras firmó un contrato para la modernización de 36 helicópteros AS350 Ecureuil en servicio con el Ejercito Brasilero. Este proceso incluye la reconstrucción de 3 de estas aeronaves. El proceso de modernización de los helicópteros AS350 comenzará este año y se espera que termine en 2018. Los trabajos seran llevados a cabo en las facilidades de Helibras en Itajuba, ubicadas en el estado del sureste brasilero de Minas Gerais.

El helicóptero monomotor y multipropósito AS350 entró en servicio en el Comando Aéreo del Ejército Brasilero más de dos décadas atrás, y este programa de modernización permitirá la continua operación de estas aeronaves por otros 25 años.

La modernización incluye una cabina digital con 3 grandes monitores de cristal liquido, la integración de un sistema de control automático de vuelo, asientos mejorados para los pilotos que otorgan mejor visibilidad y protección mejorada. Este paquete puede también ser aplicado a otros operadores de AS350 Ecureuil en Brasil, lo que representa un inventario de alrededor de 300 unidades.

“La tecnología ha progresado bastante desde que los primeros helicópteros AS350 entraron en servicio, con el uso de aviónica digital y computadoras proveyendo mejor performance y seguridad junto a una menor carga de trabajo para los pilotos,” dijo el presidente de Helibras Eduardo Marson. “La aplicación de nuestro paquete de modernización a los AS350 incrementará significativamente la versatilidad del helicóptero para el ejercito brasilero, y estamos ofreciendo también estas mejoras a otros operadores de Ecureuil en Brasil.”

La aviónica del AS350 sera desarrollada por Helibras, Sagem (Safran Group) y Aeroeletronica, en base a un acuerdo de cooperación firmado en noviembre ultimo. Los monitores seran proveídos por Sagem Avionics Inc., mientras Aeroeletrônica proveerá los computadores y ensamblará el sistema de aviónica.
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Re: Ejército de Brasil

Mensaje por Montero el Sáb Mar 15, 2014 5:35 pm

Publicado por el forista Esteban McLaren el 07/01/2011 en [Tienes que estar registrado y conectado para ver este vínculo]

Elbit Systems Wins $260 Million Contract to Deliver Unmanned 30mm Turrets for Brazil’s VBTP-MR Guarani.

06/01/2011

The UT-30BR comprises a low profile, armored, unmanned turret comprising the gun mount, target acquisition and fire controls, along with coaxial mount for machine gun (7.62 mm). The system also features an advanced ?re control system with automatic target tracking, ballistic computing, sensors management and displays. The target acquisition system includes a dual-axis stabilized gunner’s sight, integrated laser range?nder, video daylight and thermal cameras.

Brazil’s ministry of Defense awarded Aeroeletronica (AEL) was a multi-year framework contract by worth up R$440 million Brazilian Reais (approximately $260 million), for the delivery of ‘several hundreds’ UT30BR unmanned gun turrets. The new turrets mounting 30mm automatic cannons will be integrated on VBTP-MR Guarani 6×6 armored vehicles developed by IVECO.

Starting in 2012 the Brazilian Army is planning to buy 2.044 Guarani armored vehicles over 20 years, under a multi-year program valued at R$6 billion (about US$3.5 billion). The pre-production series of 16 will enter testing in 2011. These vehicles will be assembled in Brazil from imported components and subsystems. Eventually, the program is planned to include 60% domestic content, aiming to reduce production costs and maintenance. The Guarani will replace the obsolete 6×6 Urutu vehicle currently used by the Brazilian armed forces.

AEL is a fully owned subsidiary of Elbit Systems (NASDAQ: ESLT), Israel’s largest defense company. This award follows an award of a contract to Elbit Systems in 2009 to supply several Unmanned Turrets in an open tender in which leading global manufacturers took part. Deliveries of the unmanned turrets will be determined according to a schedule and a multi-year funding profile to be defined by the parties.

UT30 turrets have already been integrated in a number of vehicles, and delivered to several European armies, among them the Belgian Piranha, the AMV for Slovenia and Portuguese Pandur II.

Fuente: Defence-Update


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